Dia 9 de Novembro de 2012 realizou-se um jantar de actuais e ex- EPSI´s / CNP´s, no restaurante Ponto Final em Sines.
Para obter fotos do acontecimento contactar por favor joaocraveira@netvisao.pt
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Hodie mihi, cras tibi. "Artigo 19.° Todo o indivíduo tem direito à liberdade de opinião e de expressão, o que implica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões e o de procurar, receber e difundir, sem consideração de fronteiras, informações e ideias por qualquer meio de expressão." Declaração Universal dos Direitos Humanos
10 novembro 2012
09 novembro 2012
“Troika não se atreve a meter-se com os grandes interesses”
Teodora Cardoso defende a necessidade de uma maior negociação do memorando.
O Estado, mais do que sobredimensionado, é mal gerido, diz Teodora Cardoso, que frisa que quem "apanha sempre" são os contribuintes, uma vez que nem a ‘troika' se atreve a mexer com os grandes interesses empresariais.
Os ganhos de eficiência no Estado partem de um pressuposto errado, de corte de quatro mil milhões de euros?
Não sei se é errado, mas parece-me arbitrário. E não me parece que seja a melhor maneira de pôr a questão, nem sequer politicamente. Há toda a vantagem se for negociado ao nível dos dois maiores partidos. Quando o Governo se apresenta para uma negociação já dizendo o que decidiu, não é a melhor maneira.
Não é o processo mais transparente... E a avaliação das despesas parece ter sido feita agora pelo FMI.
Não foi, nem pode ser. Não pode ser de cima. Tem que ser feito com os próprios envolvidos. E isso é uma parte muito importante desse tipo de exercício: o envolvimento dos próprios serviços.
Mas até a própria metodologia parece já vir definida...
É isso. E não é o melhor caminho. Francamente acho que precisava de ser uma coisa mais negociada. É claro que a negociação tem que ter baias, não é dizer que quero negociar isto toda a vida e no fim não se faz nada. É uma coisa que às vezes as negociações conduzem. O Governo tem de saber o que quer e tem de ter um método e um programa de actuação, mas tem de ser transparente naquilo que quer.
O Estado, mais do que sobredimensionado, é mal gerido, diz Teodora Cardoso, que frisa que quem "apanha sempre" são os contribuintes, uma vez que nem a ‘troika' se atreve a mexer com os grandes interesses empresariais.
Os ganhos de eficiência no Estado partem de um pressuposto errado, de corte de quatro mil milhões de euros?
Não sei se é errado, mas parece-me arbitrário. E não me parece que seja a melhor maneira de pôr a questão, nem sequer politicamente. Há toda a vantagem se for negociado ao nível dos dois maiores partidos. Quando o Governo se apresenta para uma negociação já dizendo o que decidiu, não é a melhor maneira.
Não é o processo mais transparente... E a avaliação das despesas parece ter sido feita agora pelo FMI.
Não foi, nem pode ser. Não pode ser de cima. Tem que ser feito com os próprios envolvidos. E isso é uma parte muito importante desse tipo de exercício: o envolvimento dos próprios serviços.
Mas até a própria metodologia parece já vir definida...
É isso. E não é o melhor caminho. Francamente acho que precisava de ser uma coisa mais negociada. É claro que a negociação tem que ter baias, não é dizer que quero negociar isto toda a vida e no fim não se faz nada. É uma coisa que às vezes as negociações conduzem. O Governo tem de saber o que quer e tem de ter um método e um programa de actuação, mas tem de ser transparente naquilo que quer.
08 novembro 2012
Samora Machel - Discurso 1976
Samora Machel foi o 1º Presidente da República de Moçambique.
Oiçam este audio e constatem como está tão actualizado em Portugal de 2012!
Leads*
• Maioria quer sobretaxa de IRS aplicada aos subsídios
• Ex-presidente da CGD defende "transformação" da caixa no Banco de Fomento Nacional
• Sucursal da CGD nas Astúrias ocupada para tentar evitar despejo de família
• A corrupção é um risco para o Partido Comunista Chinês
• Asfixia financeira pode determinar o fim do Teatro da Cornucópia
• Deco: mais de quatro em cada dez contadores de electricidade têm hora errada
• Obama tem de negociar com republicanos para evitar o precipício
• Orçamento dos portugueses para o Natal é o mais baixo desde 2005
• Governo vai reforçar verbas para instituições sociais e dá prioridade aos lares para crianças
• Sismo na Guatemala faz 48 mortos e 155 feridos
• Silva Peneda: quanto mais tarde renegociarmos com a troika, piores serão as condições
• Facturas em atraso de clientes da EDP atinge 272 milhões de euros
• A baleia mais rara do mundo deu à costa e foi vista pela primeira vez
• Autor de filme anti-islão condenado a um ano de prisão
1ª Página oficial e digital: http://www.publico.pt/
Estes são os subtítulos. Agora leiam só as partes sublinhadas. Desmoralizador, não é? Pior, ainda, se só lerem as palavras em negrito…
Depois estranham a quantidade de pessoas que se queixam de depressões! Muito bons somos nós, povo português, que aguentamos com estes facínoras…
*Lead – O lead é, em jornalismo, a primeira parte de uma notícia, geralmente posta em destaque relativo, que fornece ao leitor a informação básica sobre o tema e pretende prender-lhe o interesse. É uma expressão inglesa que significa "guia" ou "o que vem à frente".
• Ex-presidente da CGD defende "transformação" da caixa no Banco de Fomento Nacional
• Sucursal da CGD nas Astúrias ocupada para tentar evitar despejo de família
• A corrupção é um risco para o Partido Comunista Chinês
• Asfixia financeira pode determinar o fim do Teatro da Cornucópia
• Deco: mais de quatro em cada dez contadores de electricidade têm hora errada
• Obama tem de negociar com republicanos para evitar o precipício
• Orçamento dos portugueses para o Natal é o mais baixo desde 2005
• Governo vai reforçar verbas para instituições sociais e dá prioridade aos lares para crianças
• Sismo na Guatemala faz 48 mortos e 155 feridos
• Silva Peneda: quanto mais tarde renegociarmos com a troika, piores serão as condições
• Facturas em atraso de clientes da EDP atinge 272 milhões de euros
• A baleia mais rara do mundo deu à costa e foi vista pela primeira vez
• Autor de filme anti-islão condenado a um ano de prisão
1ª Página oficial e digital: http://www.publico.pt/
Estes são os subtítulos. Agora leiam só as partes sublinhadas. Desmoralizador, não é? Pior, ainda, se só lerem as palavras em negrito…
Depois estranham a quantidade de pessoas que se queixam de depressões! Muito bons somos nós, povo português, que aguentamos com estes facínoras…
*Lead – O lead é, em jornalismo, a primeira parte de uma notícia, geralmente posta em destaque relativo, que fornece ao leitor a informação básica sobre o tema e pretende prender-lhe o interesse. É uma expressão inglesa que significa "guia" ou "o que vem à frente".
Presidente da China alerta que corrupção poderá “provocar o colapso” do Estado
O Presidente chinês, Hu Jintao, afirmou hoje que a China alcançou "históricos sucessos" na última década, tornando-se a segunda maior economia do mundo, mas advertiu que a corrupção poderá "provocar o colapso" do Partido Comunista e do Estado.
Hu Jintao defendeu o "socialismo com características chinesas" como a única via para "concluir a edificação de uma sociedade moderadamente próspera em todos os aspectos" e "acelerar a modernização e a grande renovação do país".
A expressão "socialismo com características chinesas" é evocada mais de 50 vezes ao longo das 46 páginas do relatório apresentado por Hu Jintao, ultrapassando largamente as referências ao marxismo-leninismo e ao Pensamento Mao Zedong.
A democracia é um dos "aspetos" da sociedade que o PCC pretende implantar, mas o Presidente chinês reafirmou que a China "nunca copiará um sistema político ocidental".
http://noticias.pt.msn.com/presidente-da-china-alerta-que-corrup%c3%a7%c3%a3o-poder%c3%a1-%e2%80%9cprovocar-o-colapso%e2%80%9d-do-estado-3
Former Chinese President Jiang Zemin (right) stands besides current President Hu Jintao (left) in front of their seats as Premier Wen Jiabao passes behind them at the opening ceremony of the 18th CPC (Communist Party Congress) at the Great Hall of the People in Beijing, China 08 November 2012. The CPC is expected to introduce the new leadership lineup and the Standing Committee of the Politburo.
Hu Jintao defendeu o "socialismo com características chinesas" como a única via para "concluir a edificação de uma sociedade moderadamente próspera em todos os aspectos" e "acelerar a modernização e a grande renovação do país".
A expressão "socialismo com características chinesas" é evocada mais de 50 vezes ao longo das 46 páginas do relatório apresentado por Hu Jintao, ultrapassando largamente as referências ao marxismo-leninismo e ao Pensamento Mao Zedong.
A democracia é um dos "aspetos" da sociedade que o PCC pretende implantar, mas o Presidente chinês reafirmou que a China "nunca copiará um sistema político ocidental".
http://noticias.pt.msn.com/presidente-da-china-alerta-que-corrup%c3%a7%c3%a3o-poder%c3%a1-%e2%80%9cprovocar-o-colapso%e2%80%9d-do-estado-3
Former Chinese President Jiang Zemin (right) stands besides current President Hu Jintao (left) in front of their seats as Premier Wen Jiabao passes behind them at the opening ceremony of the 18th CPC (Communist Party Congress) at the Great Hall of the People in Beijing, China 08 November 2012. The CPC is expected to introduce the new leadership lineup and the Standing Committee of the Politburo.
07 novembro 2012
Merkel 'fecha fábrica' em Portugal
Actualmente com 103 trabalhadores, esta fábrica, que se instalou em Oleiros em 1991, chegou a empregar 150 pessoas. A produção média anual ronda os 100 mil ursinhos de peluche.
Foi um Teddy Bear que chanceler alemã Angela Merkel, que visita Portugal na próxima segunda-feira, ofereceu ao então seu homólogo francês, Nikolas Sarkozy.
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=588447
Mau sinal - Cavaco pede pareceres para decidir envio do OE para o Constitucional
O Presidente diz que vai avaliar se envia ou não o Orçamento para fiscalização prévia do Tribunal Constitucional.
Cavaco Silva diz que decidirá se envia ou não o Orçamento do Estado para 2013 para fiscalização prévia do Tribunal Constitucional baseado em "pareceres técnicos aprofundados."
São palavras do Chefe de Estado que (NÃO) vão ao encontro da ideia expressa por António José Seguro horas antes em Belém. À saída da reunião que ontem à tarde manteve com Cavaco Silva, o líder socialista fez questão de sublinhar que o país "precisa" de ter um orçamento em vigor a 1 de Janeiro "sem quaisquer dúvidas de constitucionalidade".
http://economico.sapo.pt/noticias/cavaco-pede-pareceres-para-decidir-envio-do-oe-para-o-constitucional_155628.html
Cavaco Silva diz que decidirá se envia ou não o Orçamento do Estado para 2013 para fiscalização prévia do Tribunal Constitucional baseado em "pareceres técnicos aprofundados."
São palavras do Chefe de Estado que (NÃO) vão ao encontro da ideia expressa por António José Seguro horas antes em Belém. À saída da reunião que ontem à tarde manteve com Cavaco Silva, o líder socialista fez questão de sublinhar que o país "precisa" de ter um orçamento em vigor a 1 de Janeiro "sem quaisquer dúvidas de constitucionalidade".
http://economico.sapo.pt/noticias/cavaco-pede-pareceres-para-decidir-envio-do-oe-para-o-constitucional_155628.html
Carta aberta: “Acordámos, senhora Merkel. Seja mal-vinda a Portugal”
Carta aberta dirigida a Angela Merkel contesta a visita da chanceler alemã a Portugal no dia 12 de Novembro e lamenta que o Governo português, “fraco e débil, a receba entre flores e aplausos”.
A carta aberta dirige-se directamente à líder alemã e não ao Governo português, isto porque, escrevem os subscritores, “há algum tempo” que este “deixou de obedecer às leis deste país e à Constituição da República”.
Os subscritores não aceitam que a chanceler alemã venha a Portugal no dia 12 de Novembro para interferir nas decisões do Estado.
http://www.publico.pt/Política/acordamos-senhora-merkel-seja-malvinda-a-portugal--1570412
A carta aberta dirige-se directamente à líder alemã e não ao Governo português, isto porque, escrevem os subscritores, “há algum tempo” que este “deixou de obedecer às leis deste país e à Constituição da República”.
Os subscritores não aceitam que a chanceler alemã venha a Portugal no dia 12 de Novembro para interferir nas decisões do Estado.
http://www.publico.pt/Política/acordamos-senhora-merkel-seja-malvinda-a-portugal--1570412
Anedota...
O menino japonês.
No primeiro dia de aulas, numa escola secundária dos EUA, a professora apresentou aos alunos um novo colega, Sakiro Suzuki, vindo do Japão.
A aula começa e a professora diz:
Vamos ver quem conhece a história americana.
Quem disse: 'Dê-me a liberdade ou a morte?'
Silêncio total na sala. Apenas Suzuki levanta a mão: - 'Patrick Henry em 1775, em Filadélfia'.
Muito bem, Suzuki. E quem disse: -'O Estado é o povo, e o povo não pode afundar-se?'
Suzuki: - 'Abraham Lincoln, em 1863, em Washington'.
A professora olha os alunos e diz:
- 'Não têm vergonha? Suzuki é japonês e sabe mais sobre a história americana do que vocês!'
Então, ouve-se uma voz baixinha, lá ao fundo: - 'Japonês filho da puta!'
- 'Quem foi?' - grita a professora
Suzuki levanta a mão e, sem esperar, responde:
-'General McArthur, em 1941, em Pearl Halbour'.
A turma fica super silenciosa... apenas se ouve do fundo da sala:
- 'Acho que vou vomitar'.
A professora grita: - 'Quem foi?'. E Suzuki: - 'George Bush Pai, ao Primeiro-Ministro Tanaka, durante um almoço em Tóquio, em 1991'.
Um dos alunos diz: - 'Chupa o meu pau!'
E a professora, irritada: -'Acabou-se! Quem foi agora?'
E Suzuki, sem hesitações: - 'Bill Clinton a Mónica Lewinsky, na Sala Oval da Casa Branca, em Washington, em 1997'.
E outro aluno diz ao fundo: - 'Suzuki de merda!'
E Suzuki responde: - 'Valentino Rossi, no Grande Prémio do Brasil de Moto GP, no Rio de Janeiro, em 2002'.
A turma fica histérica, a professora desmaia, a porta abre-se e entra o director, que diz:
-'Que merda é esta? Nunca vi uma confusão deste tamanho!
E Suzuki, bem alto: -'Nuno Crato para Miguel Relvas, em 2012, após ter recebido o relatório da inspecção feita à Universidade Lusófona ...
No primeiro dia de aulas, numa escola secundária dos EUA, a professora apresentou aos alunos um novo colega, Sakiro Suzuki, vindo do Japão.
A aula começa e a professora diz:
Vamos ver quem conhece a história americana.
Quem disse: 'Dê-me a liberdade ou a morte?'
Silêncio total na sala. Apenas Suzuki levanta a mão: - 'Patrick Henry em 1775, em Filadélfia'.
Muito bem, Suzuki. E quem disse: -'O Estado é o povo, e o povo não pode afundar-se?'
Suzuki: - 'Abraham Lincoln, em 1863, em Washington'.
A professora olha os alunos e diz:
- 'Não têm vergonha? Suzuki é japonês e sabe mais sobre a história americana do que vocês!'
Então, ouve-se uma voz baixinha, lá ao fundo: - 'Japonês filho da puta!'
- 'Quem foi?' - grita a professora
Suzuki levanta a mão e, sem esperar, responde:
-'General McArthur, em 1941, em Pearl Halbour'.
A turma fica super silenciosa... apenas se ouve do fundo da sala:
- 'Acho que vou vomitar'.
A professora grita: - 'Quem foi?'. E Suzuki: - 'George Bush Pai, ao Primeiro-Ministro Tanaka, durante um almoço em Tóquio, em 1991'.
Um dos alunos diz: - 'Chupa o meu pau!'
E a professora, irritada: -'Acabou-se! Quem foi agora?'
E Suzuki, sem hesitações: - 'Bill Clinton a Mónica Lewinsky, na Sala Oval da Casa Branca, em Washington, em 1997'.
E outro aluno diz ao fundo: - 'Suzuki de merda!'
E Suzuki responde: - 'Valentino Rossi, no Grande Prémio do Brasil de Moto GP, no Rio de Janeiro, em 2002'.
A turma fica histérica, a professora desmaia, a porta abre-se e entra o director, que diz:
-'Que merda é esta? Nunca vi uma confusão deste tamanho!
E Suzuki, bem alto: -'Nuno Crato para Miguel Relvas, em 2012, após ter recebido o relatório da inspecção feita à Universidade Lusófona ...
Barack Obama reeleito
Barack Obama reeleito com vitória em quase todos os estados decisivos.
O democrata Barack Obama foi reeleito Presidente dos Estados Unidos na terça-feira, com vitórias em quase todos os estados decisivos, incluindo Ohio e Virginia, considerados cruciais antes da votação.
No total, às 07:30 (hora de Lisboa), Obama tinha garantidos 303 do total de 538 votos do colégio eleitoral, que escolhe o Presidente norte-americano, contra 206 de Romney. O mínimo necessário são 270 votos.
No discurso de vitória, o Presidente reeleito afirmou que, “para os Estados Unidos da América, o melhor ainda está para vir”.
As palavras de Obama foram proferidas no centro de convenções McCormick Place, em Chicago, Illinois, perante milhares de apoiantes. Na mesma intervenção, saudou Mitt Romney pela “árdua campanha”, assumindo o compromisso de discutir com o adversário formas de “fazer avançar o país para a frente”.
Minutos antes, Romney reconhecera a derrota, no Centro de Convenções de Boston, perante apoiantes da sua candidatura.
http://noticias.pt.msn.com/barack-obama-reeleito-com-vit%c3%b3ria-em-quase-todos-os-estados-decisivos-3
O democrata Barack Obama foi reeleito Presidente dos Estados Unidos na terça-feira, com vitórias em quase todos os estados decisivos, incluindo Ohio e Virginia, considerados cruciais antes da votação.
No total, às 07:30 (hora de Lisboa), Obama tinha garantidos 303 do total de 538 votos do colégio eleitoral, que escolhe o Presidente norte-americano, contra 206 de Romney. O mínimo necessário são 270 votos.
No discurso de vitória, o Presidente reeleito afirmou que, “para os Estados Unidos da América, o melhor ainda está para vir”.
As palavras de Obama foram proferidas no centro de convenções McCormick Place, em Chicago, Illinois, perante milhares de apoiantes. Na mesma intervenção, saudou Mitt Romney pela “árdua campanha”, assumindo o compromisso de discutir com o adversário formas de “fazer avançar o país para a frente”.
Minutos antes, Romney reconhecera a derrota, no Centro de Convenções de Boston, perante apoiantes da sua candidatura.
http://noticias.pt.msn.com/barack-obama-reeleito-com-vit%c3%b3ria-em-quase-todos-os-estados-decisivos-3
06 novembro 2012
Arqueologia laboral/ industrial
Era uma vez…
1.500 candidatos encheram não uma, não duas, mas sim três vezes todas as salas das Universidades de Direito e de Letras de Lisboa, aos sábados, todo o dia, umas seis horas de cada vez, nos idos de 78.
Fizeram testes e mais testes psicotécnicos. A mater-empresa era americana. Por fim foram 120 os seleccionados.
Em 15 de Setembro de 1978 entraram os primeiros 70 (os melhores classificados nos psicotécnicos + provas físicas).
Daí a dois meses entraram os restantes classificados, para um 2º curso.
Frequentaram um Curso da American’s Petroleum Institute (intensivo - seis meses).
Diziam os formadores que seriamos os futuros Chefes de Turno das múltiplas unidades industriais que formariam o Complexo Petroquímico (nem 1/10 foi construído).
O tempo se encarregou de desmontar todo este cenário. Passou rapidamente a ficção.
Chegou em força o ‘factor C’, ‘os recomendados’, ‘os afilhados’, etc.
A despromoção foi rápida: de Chefes de Turno (até ao final da parte teórica do Curso API) passaram a Operadores de Sala de Controlo (no final da parte pratica/ estagio - + seis meses).
Como a construção das fábricas estava atrasada, entretiveram-nos durante meses, com cursos e trabalho na Segurança Industrial. Neste hiato de tempo foram novamente despromovidos a Operadores de Exterior.
Não é de estranhar que quando as fábricas ficaram prontas e arrancaram a sua laboração contínua (1981), nem 1/3 dos iniciais 70 lá se mantivessem!
E foram felizes para sempre…
A lista dos primeiros 70 da Petroquímica de Sines (CNP + EPSI):
1.500 candidatos encheram não uma, não duas, mas sim três vezes todas as salas das Universidades de Direito e de Letras de Lisboa, aos sábados, todo o dia, umas seis horas de cada vez, nos idos de 78.
Fizeram testes e mais testes psicotécnicos. A mater-empresa era americana. Por fim foram 120 os seleccionados.
Em 15 de Setembro de 1978 entraram os primeiros 70 (os melhores classificados nos psicotécnicos + provas físicas).
Daí a dois meses entraram os restantes classificados, para um 2º curso.
Frequentaram um Curso da American’s Petroleum Institute (intensivo - seis meses).
Diziam os formadores que seriamos os futuros Chefes de Turno das múltiplas unidades industriais que formariam o Complexo Petroquímico (nem 1/10 foi construído).
O tempo se encarregou de desmontar todo este cenário. Passou rapidamente a ficção.
Chegou em força o ‘factor C’, ‘os recomendados’, ‘os afilhados’, etc.
A despromoção foi rápida: de Chefes de Turno (até ao final da parte teórica do Curso API) passaram a Operadores de Sala de Controlo (no final da parte pratica/ estagio - + seis meses).
Como a construção das fábricas estava atrasada, entretiveram-nos durante meses, com cursos e trabalho na Segurança Industrial. Neste hiato de tempo foram novamente despromovidos a Operadores de Exterior.
Não é de estranhar que quando as fábricas ficaram prontas e arrancaram a sua laboração contínua (1981), nem 1/3 dos iniciais 70 lá se mantivessem!
E foram felizes para sempre…
A lista dos primeiros 70 da Petroquímica de Sines (CNP + EPSI):
Delegado Sindical
Aqui dei continuidade à consciência cívica que já vinha do tempo do liceu...
Aqui começaram os troubles laborais...
Portugal, bom povo, trabalhador, destemido, apreciado lá fora...
Portugal, maus gestores, cobardes, 'bufos', sem nível, mania do sangue-azul...
Aqui começaram os troubles laborais...
Portugal, bom povo, trabalhador, destemido, apreciado lá fora...
Portugal, maus gestores, cobardes, 'bufos', sem nível, mania do sangue-azul...
Nadir Afonso
A Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto atribuiu ontem o doutoramento 'honoris causa' a Nadir Afonso .
'CARTAS-FECHADAS'
Havia nos meados do século passado a prática das mamãs instruírem as suas queridas filhinhas na virtude da ‘carta-fechada’.
‘Carta-fechada’ era sinónimo de as ditas filhinhas pouco ou nada revelarem até o casamento estar consumado!
Isto é, por muito vadias e dissolutas que as queridas filhinhas tivessem sido até certa altura, depois devidamente adestradas passavam por artes mágicas a um poço de virtudes.
Não expressavam nenhum pensamento qualitativamente válido (passavam por acéfalas), não revelavam nada do passado (passavam por desmemoriadas), não mostravam iniciativa emocional (passavam por virgens), diziam trivialidades (passavam por fúteis), falavam constantemente em filhos (passavam por quererem maternidade extremosa), apareciam extremamente bem vestidas (passavam por cuidadosas donas-de-casa, primorosas na cozinha e limpezas), etc.
Como o namoro era sempre na rua, passeios ou na casa dela, debaixo de estreita vigilância da mãezinha, de irmãzinhas, da avozinha, tiazinhas, madrinha, o raio que as parta, as ditas qualidades da amada nunca eram postas em evidência.
Daí o epíteto de ‘cartas-fechadas’ que só se revelavam depois do casório e na singeleza do lar.
Aí, e só aí, é que o tolinho do marido podia e acabava por abrir a ‘carta-fechada’ que já não podia encobrir, nem beneficiar da protecção parental, e ver se o conteúdo da ‘carta-fechada’ correspondia ou não ao que tão sabiamente/ ardilosamente lhe tinha sido contratualizado.
Chegados aqui, os amigos lembrar-se-ão de como acabavam a esmagadora maioria das histórias de que se lembram, quiçá as viveram.
Enganados, tristes, revoltados, desconfiados, desamor, jogo, ‘meninas’, trabalho e mais trabalho insano, duplicidade, esmagados pela tirania eclesiástica que proibia os divórcios, e tantas mais e outras ‘qualidades’ que os varões deste país, por décadas, tacitamente cumpriram.
Então não é que essas velhas e relhas atitudes persistem, apesar de já terem passado mais de 60 anos desde o seu auge, e continuamos com a política/ filosofia da ‘carta-fechada’ adaptada?
Quem está convencida que engana quem? O verdadeiro amor começa quando se pode amar um ser tal como ele é, e não como a imagem que se ‘vendeu’. Há ainda quem acredite que o embrulho influencia – e muito – no conteúdo!
‘Carta-fechada’ era sinónimo de as ditas filhinhas pouco ou nada revelarem até o casamento estar consumado!
Isto é, por muito vadias e dissolutas que as queridas filhinhas tivessem sido até certa altura, depois devidamente adestradas passavam por artes mágicas a um poço de virtudes.
Não expressavam nenhum pensamento qualitativamente válido (passavam por acéfalas), não revelavam nada do passado (passavam por desmemoriadas), não mostravam iniciativa emocional (passavam por virgens), diziam trivialidades (passavam por fúteis), falavam constantemente em filhos (passavam por quererem maternidade extremosa), apareciam extremamente bem vestidas (passavam por cuidadosas donas-de-casa, primorosas na cozinha e limpezas), etc.
Como o namoro era sempre na rua, passeios ou na casa dela, debaixo de estreita vigilância da mãezinha, de irmãzinhas, da avozinha, tiazinhas, madrinha, o raio que as parta, as ditas qualidades da amada nunca eram postas em evidência.
Daí o epíteto de ‘cartas-fechadas’ que só se revelavam depois do casório e na singeleza do lar.
Aí, e só aí, é que o tolinho do marido podia e acabava por abrir a ‘carta-fechada’ que já não podia encobrir, nem beneficiar da protecção parental, e ver se o conteúdo da ‘carta-fechada’ correspondia ou não ao que tão sabiamente/ ardilosamente lhe tinha sido contratualizado.
Chegados aqui, os amigos lembrar-se-ão de como acabavam a esmagadora maioria das histórias de que se lembram, quiçá as viveram.
Enganados, tristes, revoltados, desconfiados, desamor, jogo, ‘meninas’, trabalho e mais trabalho insano, duplicidade, esmagados pela tirania eclesiástica que proibia os divórcios, e tantas mais e outras ‘qualidades’ que os varões deste país, por décadas, tacitamente cumpriram.
Então não é que essas velhas e relhas atitudes persistem, apesar de já terem passado mais de 60 anos desde o seu auge, e continuamos com a política/ filosofia da ‘carta-fechada’ adaptada?
Quem está convencida que engana quem? O verdadeiro amor começa quando se pode amar um ser tal como ele é, e não como a imagem que se ‘vendeu’. Há ainda quem acredite que o embrulho influencia – e muito – no conteúdo!
"Em Democracia, quando um Governo governa mal, é [convocar] eleições"
O antigo governante Freitas do Amaral considera que, «com esta receita que a troika(União Europeia e Fundo Monetário Internacional) impõe, é claro que tem de haver cortes na despesa e é claro que tem de haver aumentos da receita», uma política que «vai conduzir a um caminho cada vez mais fundo» e que implicará «um segundo, um terceiro, um quarto e um quinto» resgates financeiros.
Portugal está «a seguir o caminho da Grécia com um ano de atraso».
«A Grécia está à beira do terceiro [resgate] e nós estamos à beira do segundo», afirmou, acrescentando que «esta receita está errada e, enquanto não for modificada, vai ser sempre pior».
Ora, num contexto de «bloqueio» do sistema político, «o único sinal de esperança em Democracia, quando um Governo governa mal, é [convocar] eleições», defende o antigo governante e candidato à presidência da República.
http://www.tvi24.iol.pt/503/politica/portugal-grecia-tvi24-ultimas-noticias-freitas-do-amaral/1390236-4072.html
Portugal está «a seguir o caminho da Grécia com um ano de atraso».
«A Grécia está à beira do terceiro [resgate] e nós estamos à beira do segundo», afirmou, acrescentando que «esta receita está errada e, enquanto não for modificada, vai ser sempre pior».
Ora, num contexto de «bloqueio» do sistema político, «o único sinal de esperança em Democracia, quando um Governo governa mal, é [convocar] eleições», defende o antigo governante e candidato à presidência da República.
http://www.tvi24.iol.pt/503/politica/portugal-grecia-tvi24-ultimas-noticias-freitas-do-amaral/1390236-4072.html
«O Governo vai chegar às municipais e tem que se ir embora»
Henrique Medina Carreira defendeu esta noite na TVI24 que o Governo deverá cair após as eleições autárquicas, uma vez que não vai ser possível resistir à falta de apoio popular e à «onda de miséria que avassala o país».
«O Governo vai chegar às municipais e tem que se ir embora. Vai-se ver que realmente os partidos do Governo tem um apoio popular mínimo», disse o comentador da TVI24, no programa Olhos nos Olhos.
«É possível manter este Governo com o antagonismo popular crescente e a onda de miséria que avassala o país?», questionou ainda o ex-ministro.
http://www.tvi24.iol.pt/503/politica/governo-olhos-nos-olhos-medina-ultimas-noticias-tvi24-medina-carreira/1390239-4072.html
«O Governo vai chegar às municipais e tem que se ir embora. Vai-se ver que realmente os partidos do Governo tem um apoio popular mínimo», disse o comentador da TVI24, no programa Olhos nos Olhos.
«É possível manter este Governo com o antagonismo popular crescente e a onda de miséria que avassala o país?», questionou ainda o ex-ministro.
http://www.tvi24.iol.pt/503/politica/governo-olhos-nos-olhos-medina-ultimas-noticias-tvi24-medina-carreira/1390239-4072.html
05 novembro 2012
Obama v. Romney
Hoje, 5 de Novembro de 2012, um dia antes da grande decisão americana, aposto na reeleição de Barack Obama como Presidente dos Estados Unidos da América - USA.
O Sr. Romney vai ter de esperar por melhor oportunidade.
Amanhã veremos o que vale esta minha previsão.
O Sr. Romney vai ter de esperar por melhor oportunidade.
Amanhã veremos o que vale esta minha previsão.
Corte de quatro mil milhões de euros
Corte de quatro mil milhões de euros no Estado é responsabilidade do Governo e da 'troika'.
O secretário-geral do PS recusou hoje assumir responsabilidades na execução dos cortes de quatro mil milhões de euros nas funções do Estado, dizendo que esse objetivo para 2013 e 2014 vincula apenas o Governo e a 'troika'.
O secretário-geral do PS recusou hoje assumir responsabilidades na execução dos cortes de quatro mil milhões de euros nas funções do Estado, dizendo que esse objetivo para 2013 e 2014 vincula apenas o Governo e a 'troika'.
António José Seguro falava aos jornalistas após ter estado uma hora e cinquenta minutos reunido com o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, em São Bento - reunião que se realizou a pedido do líder do executivo, depois de o Governo ter colocado como objetivo uma refundação do programa de ajustamento de Portugal.
"O primeiro-ministro propôs que houvesse um debate sobre o modo de cortar quatro mil milhões de euros na despesa. Essa é uma responsabilidade de quem negociou essa obrigação, o Governo e a 'troika' (Banco Central Europeu, Fundo Monetário Internacional e Comissão Europeia), durante a quinta atualização" do Programa Económico e Financeira de Portugal, salientou o secretário-geral do PS.
Ou seja, segundo António José Seguro, "deve ser o Governo e a 'troika' a encontrarem a resposta para o problema que eles próprios criaram e negociaram".
"Criaram [o problema] com o caminho de austeridade que conduziu o país até aqui e negociaram entre eles sem que fosse do conhecimento do PS ou do Parlamento", acrescentou.
Interrogado se o primeiro-ministro se manifestou disponível para aceitar as propostas alternativas do PS sobre crescimento económico, menor serviço de dívida e mais tempo de ajustamento, Seguro deu uma resposta seca: "Essa é uma questão que tem de ser colocada ao primeiro-ministro", disse.
http://noticias.pt.msn.com/corte-de-quatro-mil-milh%c3%b5es-de-euros-no-estado-%c3%a9-responsabilidade-do-governo-e-da-troika-seguro-1
O secretário-geral do PS recusou hoje assumir responsabilidades na execução dos cortes de quatro mil milhões de euros nas funções do Estado, dizendo que esse objetivo para 2013 e 2014 vincula apenas o Governo e a 'troika'.
O secretário-geral do PS recusou hoje assumir responsabilidades na execução dos cortes de quatro mil milhões de euros nas funções do Estado, dizendo que esse objetivo para 2013 e 2014 vincula apenas o Governo e a 'troika'.
António José Seguro falava aos jornalistas após ter estado uma hora e cinquenta minutos reunido com o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, em São Bento - reunião que se realizou a pedido do líder do executivo, depois de o Governo ter colocado como objetivo uma refundação do programa de ajustamento de Portugal.
"O primeiro-ministro propôs que houvesse um debate sobre o modo de cortar quatro mil milhões de euros na despesa. Essa é uma responsabilidade de quem negociou essa obrigação, o Governo e a 'troika' (Banco Central Europeu, Fundo Monetário Internacional e Comissão Europeia), durante a quinta atualização" do Programa Económico e Financeira de Portugal, salientou o secretário-geral do PS.
Ou seja, segundo António José Seguro, "deve ser o Governo e a 'troika' a encontrarem a resposta para o problema que eles próprios criaram e negociaram".
"Criaram [o problema] com o caminho de austeridade que conduziu o país até aqui e negociaram entre eles sem que fosse do conhecimento do PS ou do Parlamento", acrescentou.
Interrogado se o primeiro-ministro se manifestou disponível para aceitar as propostas alternativas do PS sobre crescimento económico, menor serviço de dívida e mais tempo de ajustamento, Seguro deu uma resposta seca: "Essa é uma questão que tem de ser colocada ao primeiro-ministro", disse.
http://noticias.pt.msn.com/corte-de-quatro-mil-milh%c3%b5es-de-euros-no-estado-%c3%a9-responsabilidade-do-governo-e-da-troika-seguro-1
Bobalhada...
Meus amigos,
Venho dar-lhes conhecimento que as notícias sobre o meu ‘falecimento’ são deveras exageradas, absurdas e precipitadas!
Ademais sou eu próprio que lhes estou a redigir esta prosa, não uma qualquer máquina alienígena.
Pois é, conta-se em poucas linhas a história: numa grande superfície, da nossa terra, decidi fazer-me sócio e amealhar os pontos correspondentes às compras que aí vou fazendo.
Conversa puxa conversa, e eu dizia à responsável administrativa que lembrava-me de ter tido um cartão de sócio, em tempos, e não me lembrava de ter desistido de sócio. Após uma consulta ao ficheiro de sócios, no computador, a responsável administrativa pergunta-me, como quem não quer a coisa, o nome da minha esposa. Digo-lhe que não tenho esposa, que sou divorciado. Ela insiste e pergunta novamente o nome da ex. Dou-lho. Pesquisa manualmente no ficheiro e, encontra a ficha (nova) da ex. com a sua letra.
No sítio para colocar o nome do marido está escrito à mão – “Falecido” (!?).
Venho dar-lhes conhecimento que as notícias sobre o meu ‘falecimento’ são deveras exageradas, absurdas e precipitadas!
Ademais sou eu próprio que lhes estou a redigir esta prosa, não uma qualquer máquina alienígena.
Pois é, conta-se em poucas linhas a história: numa grande superfície, da nossa terra, decidi fazer-me sócio e amealhar os pontos correspondentes às compras que aí vou fazendo.
Conversa puxa conversa, e eu dizia à responsável administrativa que lembrava-me de ter tido um cartão de sócio, em tempos, e não me lembrava de ter desistido de sócio. Após uma consulta ao ficheiro de sócios, no computador, a responsável administrativa pergunta-me, como quem não quer a coisa, o nome da minha esposa. Digo-lhe que não tenho esposa, que sou divorciado. Ela insiste e pergunta novamente o nome da ex. Dou-lho. Pesquisa manualmente no ficheiro e, encontra a ficha (nova) da ex. com a sua letra.
No sítio para colocar o nome do marido está escrito à mão – “Falecido” (!?).
04 novembro 2012
Manuela Ferreira Leite - "rebentar com a classe média"
Uma política orçamental que aniquila a classe média representa um “sério” perigo para a democracia, porque só uma classe média forte sustenta uma democracia sólida, considera Manuela Ferreira Leite.
Para a antiga líder do PSD, que falava este sábado num ciclo de conferências em Coimbra, uma política que siga neste sentido não resolve “o problema das contas” e “aniquila as pessoas”.
“Se se acha que [o sacrifício] não tem limites, se se acha que [os portugueses] aguentam tudo... Aguentam tudo, mas rebentam [o Governo] com a classe média”, observou, sustentando que “rebentar com a classe média” representa “um perigo sério para a democracia”. E acrescentou: “Nunca vi nenhum país crescer sem ser com base na classe média”.
“A nossa estrutura social é de uma classe média forte, em que os que têm poucos rendimentos não pagam impostos, os que têm altos rendimentos pagam impostos, mas, infelizmente para nós, são poucos”, disse, em declarações citadas pela TSF.
A antiga líder do PSD, que tem sido muito crítica da política de consolidação orçamental levada a cabo pelo governo liderado pelo seu partido, disse ainda que existe em Portugal um processo de degradação política que tem “verdadeira tradução” no desprestígio da classe política. http://www.publico.pt/Política/rebentar-com-a-classe-media-e-perigo-para-a-democracia-diz-ferreira-leita-1569946
Para a antiga líder do PSD, que falava este sábado num ciclo de conferências em Coimbra, uma política que siga neste sentido não resolve “o problema das contas” e “aniquila as pessoas”.
“Se se acha que [o sacrifício] não tem limites, se se acha que [os portugueses] aguentam tudo... Aguentam tudo, mas rebentam [o Governo] com a classe média”, observou, sustentando que “rebentar com a classe média” representa “um perigo sério para a democracia”. E acrescentou: “Nunca vi nenhum país crescer sem ser com base na classe média”.
“A nossa estrutura social é de uma classe média forte, em que os que têm poucos rendimentos não pagam impostos, os que têm altos rendimentos pagam impostos, mas, infelizmente para nós, são poucos”, disse, em declarações citadas pela TSF.
A antiga líder do PSD, que tem sido muito crítica da política de consolidação orçamental levada a cabo pelo governo liderado pelo seu partido, disse ainda que existe em Portugal um processo de degradação política que tem “verdadeira tradução” no desprestígio da classe política. http://www.publico.pt/Política/rebentar-com-a-classe-media-e-perigo-para-a-democracia-diz-ferreira-leita-1569946
Merkel - austeridade - corda no pescoço
O dinheiro compra tudo… ou quase! E o poder também!
Isto vem a propósito da Chanceler Alemã, Sr.ª Merkel, ter convencido algures lá para trás no tempo um duende a conceder-lhe três desejos:
1º- Exportar muito, mesmo muito, de forma que tem superávite;
2º- Ter uma moeda baratinha, o euro;
3º- Refinanciar-se a juros negativos! Isto é, emprestam-lhe dinheiro e ainda lhe dão juros por isso…
Ora digam lá se estas opções são ou não um marajá que qualquer político inveja e deseja?
Pois é senão quando e apesar desta imoral política europeia, que a todo-poderosa Sr.ª Merkel pede à Europa austeridade e esforços durante mais cinco anos.
A Chanceler Alemã, Angela Merkel, defendeu ontem a austeridade e pediu muito esforço aos parceiros europeus durante os próximos cinco anos para que a crise económica e monetária seja ultrapassada.
A Chanceler mostrou-se convencida que a zona euro ainda está longe de superar a crise e sublinhou a necessidade de “grandes reformas estruturais”, que devem “conseguir resultados para recuperar a confiança dos investidores e impulsionar outra vez a economia europeia.
Insistiu e instou os governos europeus a cumprirem de forma consequente as exigências em matéria de consolidação orçamental e redução da dívida.
Aguentamos mais cinco anos de corda no pescoço, pé descalço e prato vazio?
Isto vem a propósito da Chanceler Alemã, Sr.ª Merkel, ter convencido algures lá para trás no tempo um duende a conceder-lhe três desejos:
1º- Exportar muito, mesmo muito, de forma que tem superávite;
2º- Ter uma moeda baratinha, o euro;
3º- Refinanciar-se a juros negativos! Isto é, emprestam-lhe dinheiro e ainda lhe dão juros por isso…
Ora digam lá se estas opções são ou não um marajá que qualquer político inveja e deseja?
Pois é senão quando e apesar desta imoral política europeia, que a todo-poderosa Sr.ª Merkel pede à Europa austeridade e esforços durante mais cinco anos.
A Chanceler Alemã, Angela Merkel, defendeu ontem a austeridade e pediu muito esforço aos parceiros europeus durante os próximos cinco anos para que a crise económica e monetária seja ultrapassada.
A Chanceler mostrou-se convencida que a zona euro ainda está longe de superar a crise e sublinhou a necessidade de “grandes reformas estruturais”, que devem “conseguir resultados para recuperar a confiança dos investidores e impulsionar outra vez a economia europeia.
Insistiu e instou os governos europeus a cumprirem de forma consequente as exigências em matéria de consolidação orçamental e redução da dívida.
Aguentamos mais cinco anos de corda no pescoço, pé descalço e prato vazio?
03 novembro 2012
Ganhar o Futuro
Madalena Alves Pereira, Presidente da Federação Distrital de Setúbal, concelhia do PS de Sines, Dr. Carlos Zorrinho (Deputado e líder parlamentar) e Dr. Vieira da Silva (Deputado) reuniram no Salão Nobre da Câmara Municipal de Sines, hoje pelas 16.30 horas, para discutirem o Estado da Nação e o OE 2013.
Passos Coelho – A reacção no Facebook
Analise aos mais de 51 mil comentários à mensagem que Passos Coelho escreveu a 8 de Setembro. Há quem os veja como uma “manifestação online”. Também pode ser um retrato da sociedade.
O exemplo da Islândia
Lembram-se da Islândia, que se incendiou em 2008 na crise financeira e numa sangria de depósitos bancários? Pois bem, está de volta e os islandeses aprenderam bastante no processo.
Primeira lição: o poder político e financeiro não são de fiar. Só 11% do eleitorado confia no Parlamento, pouco mais que nos bancos (6%) e a milhas da polícia (80%). Como quase todos falharam (menos a polícia), há urgência em rever a Constituição. O texto, acreditem, é fabuloso nas suas certezas. Recursos naturais? São inalienáveis. Exploração? Só com prazos bem definidos. Compadrio no Governo? “Os ministros só podem nomear com recomendação de um comité independente. Segredos de Estado? Só os essenciais, porque o resto da informação“deve estar disponível sem barreiras a todos e a lei deve assegurar o acesso às informações do Estado”.
Mais interessante ainda é a ausência de predicados financeiros, como escreve Thorvaldur Gylfason no seu FromCrisis to Constitution. Todos os artigos relacionados com a liberdade de informação, acesso a dados e nomeação estão no texto fundamental para prevenir que uma nova crise aconteça, sem ter a tentação de pôr no texto fundamental qualquer ameaça ou limite aos bancos. Melhor ainda: conscientes de que todos as previsões económicas são frágeis, não há nada na Constituição que ponha limites quantitativos à dívida e ao défice. Para quê sublinhar o que é bastante falível?
Tudo isto é útil para o debate que temos a correr para afundar - desculpem, refundar - o Estado. A Islândia parte do que será o nosso pressuposto daqui a uns anos: que quase todo o poder político falha e que o poder financeiro tem interesse próprios que raramente se coadunam com o interesse público. Não há mal nenhum nisso: só é preciso perceber que não podemos estar nas mãos dos dois. A Islândia não é de esquerda nem de direita: é coletiva e avessa a desvarios capitalistas, como todos os estados modernos devem ser.
Mudem a Constituição, mas esqueçam os partidos.
A Islândia afundou, refundou o Estado e voltou. A banca e os políticos deixaram de ser de confiança.
http://www.dinheirovivo.pt/Artigo/CIECO067607.html
02 novembro 2012
Madeira
Alberto João Jardim foi reeleito nesta sexta-feira presidente do PSD-Madeira, pela diferença mínima de dois pontos percentuais. Obteve 51% da votação, derrotando Miguel Albuquerque (49%).
Jardim obteve apenas mais 88 votos do que Miguel Albuquerque.
Jardim obteve apenas mais 88 votos do que Miguel Albuquerque.
Solução para Portugal – Moratória
Contra a chantagem da Banca e para evitar a bancarrota do País defendo a suspensão imediata do pagamento da dívida pública externa, seguida de auditoria da mesma.
A dívida externa, sendo o resultado de um mecanismo "normal" de financiamento dos países, transforma-se, em tempo de crise, numa arma terrível da burguesia. Visa aspirar grandes somas de mais-valia, transferindo-a do Trabalho para o Capital e da periferia para o centro. Serve para que os grupos económicos reponham os seus lucros, enquanto usam a chantagem da dívida para aprofundar – através do FMI e/ou do FEEF (Fundo Europeu de Estabilização Financeira) – o patamar de exploração, aumentando a taxa de exploração para as próximas décadas.
Encontramo-nos numa encruzilhada: se o país pagar esta dívida, não haverá salários dignos, emprego, estabilidade, saúde ou educação; se quisermos estes direitos, teremos que 'recusar' a dívida. É um facto: todo o dinheiro público necessário para estes direitos está a ser sugado pela banca. O país ficará em recessão permanente, ou por vários anos, por ter de pagar a dívida e não terá crescimento que lhe permita compensar os juros da mesma. As próximas gerações nascerão endividadas, precárias, exploradas e pobres.
Só a suspensão da dívida poderá garantir a aplicação de um programa de governo que retire o país da crise, crie empregos e promova o crescimento económico.
O problema passa para o lado dos credores…
1º passo: suspensão da dívida pública externa;
2º passo: renegociação da dívida, dos juros agiotas…
Não é preciso sair do Euro nem da Comunidade Europeia!
Manter as coisas tal como estão significa subordinar-nos a refundações! Refundar é despedir 100.000 funcionários públicos. Para isso tem de se mexer na Constituição da República Portuguesa. Daí o ‘namoro’ ao PS para alinhar na alteração à Constituição, pois é ilegal despedir, sem mais, funcionários públicos.
Quanto a cortar em prestações sociais e reformas/ pensões é ilegal, imoral e inconstitucional. As pessoas já descontaram ao longo da sua vida activa de trabalho, para que um dia chegados à idade da reforma possam e tenham o justo direito a receberem, sem cortes, a sua reforma/ pensão por inteiro.
Significado de Moratória: Ato de adiar os vencimentos das dívidas, suspendendo os pagamentos e ação da justiça, decretado pelo governo de um país que passa por circunstâncias excepcionalmente graves (guerra, revolução, crise econômica, calamidade pública).
A dívida externa, sendo o resultado de um mecanismo "normal" de financiamento dos países, transforma-se, em tempo de crise, numa arma terrível da burguesia. Visa aspirar grandes somas de mais-valia, transferindo-a do Trabalho para o Capital e da periferia para o centro. Serve para que os grupos económicos reponham os seus lucros, enquanto usam a chantagem da dívida para aprofundar – através do FMI e/ou do FEEF (Fundo Europeu de Estabilização Financeira) – o patamar de exploração, aumentando a taxa de exploração para as próximas décadas.
Encontramo-nos numa encruzilhada: se o país pagar esta dívida, não haverá salários dignos, emprego, estabilidade, saúde ou educação; se quisermos estes direitos, teremos que 'recusar' a dívida. É um facto: todo o dinheiro público necessário para estes direitos está a ser sugado pela banca. O país ficará em recessão permanente, ou por vários anos, por ter de pagar a dívida e não terá crescimento que lhe permita compensar os juros da mesma. As próximas gerações nascerão endividadas, precárias, exploradas e pobres.
Só a suspensão da dívida poderá garantir a aplicação de um programa de governo que retire o país da crise, crie empregos e promova o crescimento económico.
O problema passa para o lado dos credores…
1º passo: suspensão da dívida pública externa;
2º passo: renegociação da dívida, dos juros agiotas…
Não é preciso sair do Euro nem da Comunidade Europeia!
Manter as coisas tal como estão significa subordinar-nos a refundações! Refundar é despedir 100.000 funcionários públicos. Para isso tem de se mexer na Constituição da República Portuguesa. Daí o ‘namoro’ ao PS para alinhar na alteração à Constituição, pois é ilegal despedir, sem mais, funcionários públicos.
Quanto a cortar em prestações sociais e reformas/ pensões é ilegal, imoral e inconstitucional. As pessoas já descontaram ao longo da sua vida activa de trabalho, para que um dia chegados à idade da reforma possam e tenham o justo direito a receberem, sem cortes, a sua reforma/ pensão por inteiro.
Significado de Moratória: Ato de adiar os vencimentos das dívidas, suspendendo os pagamentos e ação da justiça, decretado pelo governo de um país que passa por circunstâncias excepcionalmente graves (guerra, revolução, crise econômica, calamidade pública).
D. António Vitalino Dantas, Bispo de Beja critica políticos
O bispo de Beja, D. António Vitalino Dantas, teceu ontem duras críticas à classe política. Entre outras acusações, o prelado escreveu, numa mensagem publicada no site da Diocese de Beja, que os políticos "fazem leis para se protegerem e deixam-se dominar por ‘lobbies’ poderosos, que lhes prometem segurança, uma vez deixada a vida política", alertando ainda para "os interesses instalados".
"O povo só voltará a confiar nos políticos e na justiça quando os seus procedimentos se tornarem mais transparentes", considera D. António, acrescentando que a separação entre os poderes legislativo, judicial e executivo "não está a funcionar bem entre nós", considerando também que "ainda mais forte é, hoje, o poder financeiro, muitas vezes anónimo, sem atenção pela dignidade das pessoas e corrosivo dos valores morais". Na mesma mensagem, o bispo de Beja abordou ainda o termo "refundação", utilizado pelo primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, a propósito do plano de assistência financeira a que Portugal está obrigado. "Afinal, de que precisa o nosso país? De uma refundação ou de uma organização mais transparente, participada e responsável?", questionou o prelado bejense.
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/sociedade/bispo-de-beja-critica-politicos
"O povo só voltará a confiar nos políticos e na justiça quando os seus procedimentos se tornarem mais transparentes", considera D. António, acrescentando que a separação entre os poderes legislativo, judicial e executivo "não está a funcionar bem entre nós", considerando também que "ainda mais forte é, hoje, o poder financeiro, muitas vezes anónimo, sem atenção pela dignidade das pessoas e corrosivo dos valores morais". Na mesma mensagem, o bispo de Beja abordou ainda o termo "refundação", utilizado pelo primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, a propósito do plano de assistência financeira a que Portugal está obrigado. "Afinal, de que precisa o nosso país? De uma refundação ou de uma organização mais transparente, participada e responsável?", questionou o prelado bejense.
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/sociedade/bispo-de-beja-critica-politicos
01 novembro 2012
YouTube remove vídeo do PSD por «conteúdo comercialmente enganador»
Um vídeo divulgado pelo PSD através das redes sociais foi removido do YouTube por «violação da política do YouTube relativa a spam, esquemas e conteúdo comercialmente enganador».
O vídeo em questão estava a alojado no Youtube e fazia parte de uma mensagem publicada esta tarde na página do Partido Social Democrata, a qual remetia para um filme em que os sociais-democratas elencavam as medidas propostas pelo Governo para a dinamização da Economia.
No entanto, embora a mensagem no Facebook continue acessível, o vídeo acabou retirado pelo administrador do YouTube e substituído por uma mensagem, no mínimo, embaraçosa, em que pode ler-se que «este vídeo foi removido por violação da política do YouTube relativa a spam, esquemas e conteúdo comercialmente enganador».
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=599703
O vídeo em questão estava a alojado no Youtube e fazia parte de uma mensagem publicada esta tarde na página do Partido Social Democrata, a qual remetia para um filme em que os sociais-democratas elencavam as medidas propostas pelo Governo para a dinamização da Economia.
No entanto, embora a mensagem no Facebook continue acessível, o vídeo acabou retirado pelo administrador do YouTube e substituído por uma mensagem, no mínimo, embaraçosa, em que pode ler-se que «este vídeo foi removido por violação da política do YouTube relativa a spam, esquemas e conteúdo comercialmente enganador».
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=599703
Unirmos esforços contra quem está a ocupar-nos não militarmente, mas financeira e economicamente
O “capitão de Abril” Vasco Lourenço considera que uma guerra na Europa é inevitável, se esta se continuar a “esfrangalhar”, e defende a rápida saída de Portugal do Euro, preferencialmente em conjunto com outros países na mesma situação.
“A Europa vai esfrangalhar-se, vem aí a guerra inevitavelmente”, disse, referindo-se à “destruição do estado social” e à “falta de solidariedade que está a haver na Europa”.
Recorrendo à fábula da rã que é cozida sem dar por isso, porque está dentro de uma água que vai aquecendo aos poucos, Vasco Lourenço não tem dúvidas de que é preferível a ruptura.
http://noticias.pt.msn.com/guerra-na-europa-%c3%a9-inevit%c3%a1vel-e-portugal-deve-sair-do-euro-vasco-louren%c3%a7o-2
“A Europa vai esfrangalhar-se, vem aí a guerra inevitavelmente”, disse, referindo-se à “destruição do estado social” e à “falta de solidariedade que está a haver na Europa”.
Recorrendo à fábula da rã que é cozida sem dar por isso, porque está dentro de uma água que vai aquecendo aos poucos, Vasco Lourenço não tem dúvidas de que é preferível a ruptura.
http://noticias.pt.msn.com/guerra-na-europa-%c3%a9-inevit%c3%a1vel-e-portugal-deve-sair-do-euro-vasco-louren%c3%a7o-2
















































