
Hodie mihi, cras tibi. "Artigo 19.° Todo o indivíduo tem direito à liberdade de opinião e de expressão, o que implica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões e o de procurar, receber e difundir, sem consideração de fronteiras, informações e ideias por qualquer meio de expressão." Declaração Universal dos Direitos Humanos
15 julho 2007
Doutoramento
Não posso deixar de elogiar o empenho de Manuel Carvalho da Silva em obter o mais alto grau académico, o que fez com todo o mérito.
[Publicado por vital moreira] 15.7.07
[Publicado por vital moreira] 15.7.07
13 julho 2007
Digo eu...
Os professores e as professoras têm de orientar a sua dedicação para tarefas “pedagogicamente ricas”: criar um bom clima, estimular o compromisso optimista, desenvolver boas relações, favorecer a dimensão ética da organização, prestar atenção aos afectos... Quando a principal preocupação assenta na burocracia, no controlo ou em tarefas de somenos importância, a função docente fica empobrecida.
12 julho 2007
O número
O primeiro-ministro considera que o boletim económico de Verão do Banco de Portugal, que revê em alta o crescimento da economia para este ano, mostra que o país está "no bom caminho".
1,8
por cento é a estimativa actualizada do Banco de Portugal para o crescimento deste ano da economia.
1,8
por cento é a estimativa actualizada do Banco de Portugal para o crescimento deste ano da economia.
11 julho 2007
As novas 7 maravilhas do mundo
A Grande Muralha da China, o Taj Mahal, na Índia, o Cristo Redentor, no Brasil, Petra, na Jordânia, a estátua de Cristo Redentor, no Brasil, a cidade inca Machu Picchu, no Peru, a pirâmide de Chichén Itzá, no México, o coliseu de Roma, são as novas Sete Maravilhas do Mundo.
09 julho 2007
Ah! Verão, Verão...
Curso da Escla de Verão da Faculade de Ciências Sociais e Humanas da Univesridade Nova de Lisboa, dado pela Dra. Maria Guadalupe Brack-Lamy de Carvalho:
"Este curso irá deter-se nos comportamentos de sedução heterossexual (sujeitos entre os 18 e os 25 anos) em contexto urbano nocturno, festivo, com incidência na exibição corporal, nas fantasias privadas, na sedução verbal e na passagem ao acto através de carícias e de beijos. Será apresentada uma análise dos diversos discursos femininos e masculinos sobre as experiências sexuais pessoais, bem como uma análise psico-sócio-histórico-cultural das transformações na estrutura conjugal. Estas análises serão seguidas de uma interpretação das mudanças relativamente aos comportamentos vividos em contexto nocturno.O módulo incluirá uma visita guiada aos contextos referentes às «geografias de sedução nocturna»: Bairro Alto, Docas de Alcântara, Rocha Conde d`Óbidos e Belém, seguida de reflexões sobre a estadia nesses contextos. Esta visita, de carácter não obrigatório, será agendada nas noites referentes aos 2 últimos dias de aulas."
"Este curso irá deter-se nos comportamentos de sedução heterossexual (sujeitos entre os 18 e os 25 anos) em contexto urbano nocturno, festivo, com incidência na exibição corporal, nas fantasias privadas, na sedução verbal e na passagem ao acto através de carícias e de beijos. Será apresentada uma análise dos diversos discursos femininos e masculinos sobre as experiências sexuais pessoais, bem como uma análise psico-sócio-histórico-cultural das transformações na estrutura conjugal. Estas análises serão seguidas de uma interpretação das mudanças relativamente aos comportamentos vividos em contexto nocturno.O módulo incluirá uma visita guiada aos contextos referentes às «geografias de sedução nocturna»: Bairro Alto, Docas de Alcântara, Rocha Conde d`Óbidos e Belém, seguida de reflexões sobre a estadia nesses contextos. Esta visita, de carácter não obrigatório, será agendada nas noites referentes aos 2 últimos dias de aulas."
Setúbal
Ensinar
07 julho 2007
04 julho 2007
Quem governa a Educação? IV

Round Table
« Access to educational content remains a challenge among others for the future of education Main Round table 1: Education policy trends and challenges »
Opening of European Schoolnet Round Table 2006
After a windy and stormy night, the sky above Bruges breaks up to a beautiful day around the same time as about 120 participants from 30 countries are sitting down to start a day and half long event to relflect on the future of schooling in Europe.
The aim is, through collective discussion in small round tables, to gather participants views regarding the innovation in teaching and learning. Discussion will be around the following points: 1) From the past, what have you learnt...about education policy?; about ICT in schools?2) For the future, how do you see schooling in 2016? Best case scenario?; worst case scenario3) What shold stakeholders do to make the future happen how can the private sector help? 4) What targets shold we set? 5) Whaat should European Schoolnet do?
Posted by Riina Vuorikari on December 7, 2006 02:41 PM Permalink
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3. Stakeholders should do following in order to make the future happen:* integration in curriculum;* better assessment systems;* teacher networking;* stakeholders working together.
5. European Schoolnet should do following:* to share good and bad examples;* to help building strategies;* visions.
Posted by: Table2 December 7, 2006 05:26 PM
Quem governa a Educação? III
Oxford Round Table
at Oxford, England
THE FACES OF EDUCATION:A WORLD VIEW
ARTICLES
SPECIAL ISSUE: THE OXFORD ROUND TABLE
FOREWORD
ADAPTING EDUCATION TO THE MODERN WORLD
John Abbott, Director of Education 2000, United Kingdom
MAKING SENSE OF THE REFORM AND RESTRUCTURING
OF EDUCATION AND TRAINING
Sir Christopher Ball, Higher Education Consultant and formerly
Warden of Kable College, Oxford University, United Kingdom
PURPOSE OF EDUCATION: PEACE, CAPITALISM AND
NATIONALISM
Kern Alexander, University Distinguished Professor, Virginia Tech,
Blacksburg, Virginia
INDUSTRIAL POLICY AND NATIONAL SUCCESS: THE HUMAN ELEMENT
Marc Tucker, President, National Center for Education and the
Economy, New York
THE REFORM OF EDUCATION IN RUSSIA AND STATE POLICY IN THE
EDUCATIONAL SYSTEM: BACKGROUND, GOALS, PRINCIPLES AND
STAGES OF IMPLEMENTATION
Eduard D. Dneprov, Advisor for Education Policy and Humanitarian
Affairs, Cabinet of President Yeltsin, Russian Federation, Moscow
THE REFORM OF EDUCATION IN THE REPUBLIC OF BELARUS:
ITS PROGRESS AND HOPES
Victor A. Gaisyonok, Minister of Education and Professor,
Republic of Belarus
MANAGING EDUCATION CHANGE IN ESTONIA: THE DEVELOPMENT OF
COORDINATION, COOPERATION AND CHOICE
Paul-Eerik Rummo, Minister of Culture and Education, Estonia
PERSPECTIVES OF THE FUTURE EDUCATIONAL SYSTEM IN THE
REPUBLIC OF CROATIA
Naima Balic, Senior Advisor and First Deputy, Ministry of Culture
and Education, Croatia
RECONSTRUCTION OF THE HUNGARIAN EDUCATIONAL SYSTEM: NEW
TRENDS AND REALITIES IN 1993
Sandor Toth, Chef de Cabinet of the Ministry of Culture and
Education, Hungary
A STUDY IN THE POLITICS OF BUSINESS/EDUCATION PARTNERSHIPS:
THE BRITISH CITY TECHNOLOGY COLLEGE PROGRAMMES
Richard Margrave, Head of Press and Public Relations, Association
of Teachers and Lecturers, United Kingdom
CHALLENGES TO EDUCATION IN NORWAY: THE QUALITY OF EQUALITY
Gudmund Hernes, Minister of Education, Norway
CHANGING EDUCATIONAL SYSTEMS TO MEET THE DEMANDS OF THE
NEW CENTURY
Per Unckel, Minister of Education and Science, Sweden
REFORM OF THE EDUCATION SYSTEM AND RESPONSES TO THE NEW
SOCIAL CHALLENGES IN PORTUGAL
Josquim Azevedo, Undersecretary of State for Basic and Secondary
Education, Portugal
THE EDUCATION STRATEGY FOR PHILIPPINES 2000
Armand V. Fabella, Secretary of Department of Education, Culture
and Sports, Republic of the Philippines
EDUCATION AND TRAINING PARTNERSHIPS, THE 1990'S IMPERATIVES:
JAMAICA, THE WEST INDIES
Burchell Whiteman, Minister of Education and Culture, Jamaica,
West Indies
THE QUALITY AND FINANCIAL RESOURCE DILEMMA OF EDUCATION
IN THE CONGO
Naasson Loutete-Dangui, Minister of Education, Republic of the Congo
PRESENT AND FUTURE SCENARIOS FOR AN EDUCATION SYSTEM IN
SOUTH AFRICA, TAKING INTO ACCOUNT THE MOVE TOWARDS
DEMOCRACY
Pieter Marias, Minister of National Education, Republic of South Africa
EDUCATION AND GENDER EQUITY IN AFRICA: THE CASE OF ETHIOPIA
Gennet Zewide, Minister of Education , Ethiopia
EDUCATION IN A RAPIDLY CHANGING SOCIETY: THE NEW YORK
RESPONSE
Charles D. Cook, State Senator, New York
PRIVATE RESOURCES AND THE U.S. PUBLIC SCHOOLS
Thomas W. Evans, Chairman of the Board, Teachers College, Columbia University,
New York, and founder National Symposium on
Partnerships in Education
BUSINESS - EDUCATION PARTNERSHIPS: ASSESSING THE VALUE
Chris Marsden, Head of Community and Educational Relations,
British Petroleum Company, United Kingdom
BUSINESS PARTNERSHIPS FOR THE CULTURALLY DIVERSE WORK
PLACE: THE CAREER AWARENESS PROGRAM OF HOME SAVINGS
OF AMERICA
Judy Morgan Phillips, Vice President Manager, Home Savings of
America, Care Awareness Program, California
BUSINESS AND EDUCATION PARTNERSHIPS: A PRESCHOOL THROUGH
HIGHER EDUCATION PERSPECTIVE IN THE UNITED STATES
Richard Green, Director, Education Affairs, Honeywell, Inc., Minnesota
EARLY CHILDHOOD DEVELOPMENT: A KEY COMPONENT IN THE
DEVELOPMENT OF EDUCATION POLICY
Kate Torkington, Head of Training for the Bernard van Leer Foundation,
The Hague, The Netherlands
EDUCATION REFORM IN ARGENTINA
Miguel Jose Sole, Secretary of Technical and Operative Coordination,
Ministry of Culture and Education, Argentina
ALASKA 2000 - THE PROCESS OF CHANGE
Jerry Covey, Commissioner of Education, Alaska
THE NEW MEXICO LEGISLATURE AND SYSTEM EDUCATIONAL
CHANGE
Barbara A. Perea-Casey, State Representative, New Mexico
COMMON COLLABORATIVE SYSTEMS OF EDUCATION: PARADIGM FOR
A LEARNING SOCIETY
Mary Jane Guy, Associate Professor in Educational Leadership,
Winona State University, Minnesota
PROGRAMME OF THE 1993 OXFORD ROUND TABLE
at Oxford, England
THE FACES OF EDUCATION:A WORLD VIEW
ARTICLES
SPECIAL ISSUE: THE OXFORD ROUND TABLE
FOREWORD
ADAPTING EDUCATION TO THE MODERN WORLD
John Abbott, Director of Education 2000, United Kingdom
MAKING SENSE OF THE REFORM AND RESTRUCTURING
OF EDUCATION AND TRAINING
Sir Christopher Ball, Higher Education Consultant and formerly
Warden of Kable College, Oxford University, United Kingdom
PURPOSE OF EDUCATION: PEACE, CAPITALISM AND
NATIONALISM
Kern Alexander, University Distinguished Professor, Virginia Tech,
Blacksburg, Virginia
INDUSTRIAL POLICY AND NATIONAL SUCCESS: THE HUMAN ELEMENT
Marc Tucker, President, National Center for Education and the
Economy, New York
THE REFORM OF EDUCATION IN RUSSIA AND STATE POLICY IN THE
EDUCATIONAL SYSTEM: BACKGROUND, GOALS, PRINCIPLES AND
STAGES OF IMPLEMENTATION
Eduard D. Dneprov, Advisor for Education Policy and Humanitarian
Affairs, Cabinet of President Yeltsin, Russian Federation, Moscow
THE REFORM OF EDUCATION IN THE REPUBLIC OF BELARUS:
ITS PROGRESS AND HOPES
Victor A. Gaisyonok, Minister of Education and Professor,
Republic of Belarus
MANAGING EDUCATION CHANGE IN ESTONIA: THE DEVELOPMENT OF
COORDINATION, COOPERATION AND CHOICE
Paul-Eerik Rummo, Minister of Culture and Education, Estonia
PERSPECTIVES OF THE FUTURE EDUCATIONAL SYSTEM IN THE
REPUBLIC OF CROATIA
Naima Balic, Senior Advisor and First Deputy, Ministry of Culture
and Education, Croatia
RECONSTRUCTION OF THE HUNGARIAN EDUCATIONAL SYSTEM: NEW
TRENDS AND REALITIES IN 1993
Sandor Toth, Chef de Cabinet of the Ministry of Culture and
Education, Hungary
A STUDY IN THE POLITICS OF BUSINESS/EDUCATION PARTNERSHIPS:
THE BRITISH CITY TECHNOLOGY COLLEGE PROGRAMMES
Richard Margrave, Head of Press and Public Relations, Association
of Teachers and Lecturers, United Kingdom
CHALLENGES TO EDUCATION IN NORWAY: THE QUALITY OF EQUALITY
Gudmund Hernes, Minister of Education, Norway
CHANGING EDUCATIONAL SYSTEMS TO MEET THE DEMANDS OF THE
NEW CENTURY
Per Unckel, Minister of Education and Science, Sweden
REFORM OF THE EDUCATION SYSTEM AND RESPONSES TO THE NEW
SOCIAL CHALLENGES IN PORTUGAL
Josquim Azevedo, Undersecretary of State for Basic and Secondary
Education, Portugal
THE EDUCATION STRATEGY FOR PHILIPPINES 2000
Armand V. Fabella, Secretary of Department of Education, Culture
and Sports, Republic of the Philippines
EDUCATION AND TRAINING PARTNERSHIPS, THE 1990'S IMPERATIVES:
JAMAICA, THE WEST INDIES
Burchell Whiteman, Minister of Education and Culture, Jamaica,
West Indies
THE QUALITY AND FINANCIAL RESOURCE DILEMMA OF EDUCATION
IN THE CONGO
Naasson Loutete-Dangui, Minister of Education, Republic of the Congo
PRESENT AND FUTURE SCENARIOS FOR AN EDUCATION SYSTEM IN
SOUTH AFRICA, TAKING INTO ACCOUNT THE MOVE TOWARDS
DEMOCRACY
Pieter Marias, Minister of National Education, Republic of South Africa
EDUCATION AND GENDER EQUITY IN AFRICA: THE CASE OF ETHIOPIA
Gennet Zewide, Minister of Education , Ethiopia
EDUCATION IN A RAPIDLY CHANGING SOCIETY: THE NEW YORK
RESPONSE
Charles D. Cook, State Senator, New York
PRIVATE RESOURCES AND THE U.S. PUBLIC SCHOOLS
Thomas W. Evans, Chairman of the Board, Teachers College, Columbia University,
New York, and founder National Symposium on
Partnerships in Education
BUSINESS - EDUCATION PARTNERSHIPS: ASSESSING THE VALUE
Chris Marsden, Head of Community and Educational Relations,
British Petroleum Company, United Kingdom
BUSINESS PARTNERSHIPS FOR THE CULTURALLY DIVERSE WORK
PLACE: THE CAREER AWARENESS PROGRAM OF HOME SAVINGS
OF AMERICA
Judy Morgan Phillips, Vice President Manager, Home Savings of
America, Care Awareness Program, California
BUSINESS AND EDUCATION PARTNERSHIPS: A PRESCHOOL THROUGH
HIGHER EDUCATION PERSPECTIVE IN THE UNITED STATES
Richard Green, Director, Education Affairs, Honeywell, Inc., Minnesota
EARLY CHILDHOOD DEVELOPMENT: A KEY COMPONENT IN THE
DEVELOPMENT OF EDUCATION POLICY
Kate Torkington, Head of Training for the Bernard van Leer Foundation,
The Hague, The Netherlands
EDUCATION REFORM IN ARGENTINA
Miguel Jose Sole, Secretary of Technical and Operative Coordination,
Ministry of Culture and Education, Argentina
ALASKA 2000 - THE PROCESS OF CHANGE
Jerry Covey, Commissioner of Education, Alaska
THE NEW MEXICO LEGISLATURE AND SYSTEM EDUCATIONAL
CHANGE
Barbara A. Perea-Casey, State Representative, New Mexico
COMMON COLLABORATIVE SYSTEMS OF EDUCATION: PARADIGM FOR
A LEARNING SOCIETY
Mary Jane Guy, Associate Professor in Educational Leadership,
Winona State University, Minnesota
PROGRAMME OF THE 1993 OXFORD ROUND TABLE
02 julho 2007
Festas da Cidade

Comemorou-se, ontem, o 4º aniversário da Cidade Nova de Santo André.
Centenas de santandrinos festejaram a data, ao som do grupo Unión Salsera de Cuba (o grupo constituiu-se na cidade do Porto!).
Salsas, rumbas, caribes, e outros sons latino-americanos ouviram-se e animaram o Parque Central da jovem cidade.
01 julho 2007
Novas Oportunidades

"Há um programa do governo que, na sua fase inicial, está a correr muito bem. À minha volta, numa pequena aldeia, mérito das instituições locais, ou seja da Junta de Freguesia, dezenas de pessoas inscreveram-se para completarem a sua escolaridade, num ambiente em que domina o abandono escolar e as muito baixas qualificações. O facto de tanta gente, que ainda por cima é a precisa destinatária de programas deste tipo, se ter mobilizado significa que o programa das Novas Oportunidades favoreceu uma outra atitude face à escola e ao saber, e isso é vital para o país. Espero que os passos seguintes do programa não defraudem estas expectativas que teve o mérito de fazer aparecer."
J. Pacheco Pereira, in Abrupto
Voz corrente
"A Educação? O pior sistema que andamos a estruturar há dezenas de anos, já não se aguenta nas premissas básicas a um qualquer sistema de ensino: ensinar algo a alunos que devem aprender, para formação de elites. Os professores não ensinam porque os manuais não prestam e os programas idem. Idem aspas, para os alunos que preferem a facilidade de passar sempre, porque os pais assim o exigem e as estatísticas também. Aprender alguma coisa? Um pormenor sem importância. Saber algo mais do que aquilo que se aprende na tv? Uma inutilidade."
Medina Carreira dixit
Medina Carreira dixit
29 junho 2007
28 junho 2007
Estatística
Quadro estatístico – ano lectivo 2006/ 2007
6º B
6º C
6º D
7º A
7º B
20 alunos
28 alunos
20 alunos
14 alunos
15 alunos
6º anos
7º anos
Total alunos = 68
Total alunos = 29
História e Geografia de Portugal
História
Nível 1 = 0 %
Nível 1 = 3.4 %
Nível 2 = 5.8 %
Nível 2 = 3.4 %
Nível 3 = 54.4 %
Nível 3 = 72.4 %
Nível 4 = 27.9 %
Nível 4 = 20.6 %
Nível 5 = 11.7 %
Nível 5 = 0 %
Total de alunos dos 2º e 3º Ciclos = 97
Nível 1 = 1 %
Nível 2 = 5.1 %
Nível 3 = 59.7 %
Nível 4 = 25.7 %
Nível 5 = 8.2 %
Negativas = 6.18 %
Positivas = 93.81 %
6º B
6º C
6º D
7º A
7º B
20 alunos
28 alunos
20 alunos
14 alunos
15 alunos
6º anos
7º anos
Total alunos = 68
Total alunos = 29
História e Geografia de Portugal
História
Nível 1 = 0 %
Nível 1 = 3.4 %
Nível 2 = 5.8 %
Nível 2 = 3.4 %
Nível 3 = 54.4 %
Nível 3 = 72.4 %
Nível 4 = 27.9 %
Nível 4 = 20.6 %
Nível 5 = 11.7 %
Nível 5 = 0 %
Total de alunos dos 2º e 3º Ciclos = 97
Nível 1 = 1 %
Nível 2 = 5.1 %
Nível 3 = 59.7 %
Nível 4 = 25.7 %
Nível 5 = 8.2 %
Negativas = 6.18 %
Positivas = 93.81 %
27 junho 2007
O Homem de quem se fala...
25 junho 2007
Se calhar...
Dá que pensar...
Zurique.
E uma pergunta: como são aqui as escolas do 1º Ciclo?
Ah! É simples... Há uma para cada área de residência, com apenas uma turma, servindo a comunidade circundante.
Portanto, em vez de fechar escolas, parece que estimulam esse enraizamento securizante inicial na comunidade de origem...A pergunta foi feita a um casal italiano que vive nesta cidade e tem um filho exactamente neste ciclo de ensino.
Em jeito de complemento ainda acrescentaram: e sabem a melhor? Nós temos o hábito de levar o nosso filho à escola... Já recebemos duas notificações dizendo que parássemos de o fazer pois "estamos a comprometer seriamente o desenvolvimento social e da autonomia dele..."
E esta, hem?
In O Tempo da Teia
Zurique.
E uma pergunta: como são aqui as escolas do 1º Ciclo?
Ah! É simples... Há uma para cada área de residência, com apenas uma turma, servindo a comunidade circundante.
Portanto, em vez de fechar escolas, parece que estimulam esse enraizamento securizante inicial na comunidade de origem...A pergunta foi feita a um casal italiano que vive nesta cidade e tem um filho exactamente neste ciclo de ensino.
Em jeito de complemento ainda acrescentaram: e sabem a melhor? Nós temos o hábito de levar o nosso filho à escola... Já recebemos duas notificações dizendo que parássemos de o fazer pois "estamos a comprometer seriamente o desenvolvimento social e da autonomia dele..."
E esta, hem?
In O Tempo da Teia
Lograr
24 junho 2007
22 junho 2007
Provas de Aferição - 2º Ciclo
21 junho 2007
Como disse?
Matemática

Plano de acção de Matemática alargado ao 2º ciclo.
O plano de acção criado pelo Ministério da Educação para melhorar os resultados a Matemática no 3º ciclo vai ser alargado ao segundo ciclo, já no próximo ano lectivo, anunciou esta quarta-feira a ministra Maria de Lurdes Rodrigues. Segundo a tutela, os resultados das provas de aferição realizadas no 4º e 6º anos mostram que a prova de Matemática do 2º ciclo foi a que registou o pior desempenho por parte dos alunos.
Na Coreia do Sul , país exemplo em termos de sucesso escolar (apesar dos poucos fundos investidos), as crianças aprendem a tabuada até aos 20! Em Portugal há quem diga que o decorar a tabuada é uma violência para as crianças!
"(...) Estuda-se para o 3 e não para o 5. Obtém-se o 2 e não o 4. Trabalha-se para a nota mínima, nunca para a nota máxima. O que daqui resulta é óbvio: ao chegar às universidades, a maioria dos estudantes não está preparada para as presumíveis exigências dos cursos - e continua a tentar "safar-se" até ao fim. E pela vida fora (...)"in DN
20 junho 2007
O nosso futuro...
19 junho 2007
21 maravilhas de Portugal

A propósito de uma notícia que li, sobre a necessidade de impressionar o convidado da próxima reunião UE - Rússia, e que para tal se escolheu a biblioteca do Convento de Mafra, lembrei-me da imagem das 21 maravilhas de Portugal.
Já agora, no 2º semestre deste ano, e durante a nossa Presidência da União Europeia, que tal fazer umas reuniões descentralizadas em alguns desses locais (os das maravilhas) ,como forma de apresentar à Europa que Portugal não é só Lisboa!
18 junho 2007
17 junho 2007
16 junho 2007
Universidade de Verão

Assisti no Auditório da Universidade Moderna, em Setúbal, à prelecção "Desafios da Educação em Portugal" por Profª Dra. Maria de Lurdes Rodrigues - Ministra da Educação.
Segundo a oradora o referencial de qualificação é o 12º ano; Já há recursos: escolas, programas e professores; Uma das principais medidas a prosseguir é o combate ao abandono e ao insucesso escolar (melhorar 5% a Matemática em cada ano); Reforçar o tempo de trabalho/ tarefa que os professores dedicam à escola ( para acabar com a praga dos explicadores) (aulas de substituição são para continuar); Apoiar no Secundário as vias profissionalizantes (60% dos jovens entre os 18 e os 25 anos, não completaram o Secundário tradicional).
Para concluir apresentou três metas: 1- valorizar a escola pública, sendo exigente e aproximar as piores das melhores. 2- os apoios serão consoante os resultados escolares. 3- A escola terá de descentralizar-se e virar-se para o exterior.
Após um período de debate, foi calorosamente aplaudida.
15 junho 2007
Segurança

Cerca das 10.40 horas, uma fuga de gás no cilindro exterior da E.B. 2/3 de Santo André, provocou a evacuação geral dos alunos, docentes e discentes. A situação foi monitorizada pelos Bombeiros de V.N.S.A.
O plano de emergência tem de ser treinado, com alguma frequência, para que em situações reais a resposta seja pronta.
14 junho 2007
13 junho 2007
12 junho 2007
Estado Novo

Esta semana é, toda ela, dedicada à defesa dos trabalhos dos alunos.
É com agrado que vejo-os a apresentarem os seus trabalhos.
Dei-lhes os sites para pesquisarem, orientei-os durante as fases da elaboração, rectifiquei projectos, e finalizaram em casa (que o tempo na sala de aula não é elástico!).
Satisfaz-me ouvi-los dizerem-me que ficaram a saber mais assim, com o trabalho com recurso à internet.
11 junho 2007
Passado, Presente e Futuro...
"O pior é pensar-se que se pode realizar qualquer política social com qualquer política económica; que se pode erguer qualquer política económica com qualquer política financeira".
A.O.S.
Começo a pensar que isto de saber coisas do passado, é muito interessante!
A.O.S.
Começo a pensar que isto de saber coisas do passado, é muito interessante!
10 junho 2007
09 junho 2007
Critérios...
08 junho 2007
Vila Nova de Santo André

Santo André é uma freguesia portuguesa do concelho de Santiago do Cacém, com 74,32 km² de área e 10 696 habitantes (2001). Densidade: 143,9 hab/km². Foi elevada a cidade em 2003, sob o nome de Vila Nova de Santo André.
Retirado de "http://pt.wikipedia.org/wiki/Santo_André_(Santiago_do_Cacém)
Pertence à Sub- Região do Litoral Alentejano e à Região do Alentejo. Fica a 10km de Santiago do Cacém e a 13km de Sines.Para além de belas praias, possui uma Lagoa que é do ponto de vista ecológico Património Mundial.A sua população trabalha na indústria, comércio e prestação de serviços.Santo André nasceu devido a um projecto conhecido por Complexo Industrial de Sines.
Retirado de "http://pt.wikipedia.org/wiki/Santo_André_(Santiago_do_Cacém)
Pertence à Sub- Região do Litoral Alentejano e à Região do Alentejo. Fica a 10km de Santiago do Cacém e a 13km de Sines.Para além de belas praias, possui uma Lagoa que é do ponto de vista ecológico Património Mundial.A sua população trabalha na indústria, comércio e prestação de serviços.Santo André nasceu devido a um projecto conhecido por Complexo Industrial de Sines.
Lisboa quase vazia!
06 junho 2007
Só boas notícias...
Mais da metade das mulheres britânicas preferem comer chocolate a fazer sexo, revelou um estudo da Universidade do País de Gales divulgada esta terça-feira. Já os homens no Reino Unido confessam que, como seria de esperar, preferem acto sexual, em detrimento do chocolate.
2 textos que gostei...


Bolas!.
A mim parece-me tudo ilegal!!!!E não é por ter sido legislado que passa a ser mais legal!!!.
.Estamos a ser (re)avaliados de acordo com uma ilegal retroactividade, ainda para mais selectiva :.· em função de factos pelos quais já fomos avaliados e que superámos, de acordo com outros padrões de avaliação;.· por cargos que aceitámos ou não em detrimento de outros que agora não são contabilizados;.· em tarefas/cargos que dividimos, fazendo rotação anual da sua distribuição, para que houvesse uma contribuição efectiva de todos os professores, o que fez com que em departamentos com muitos elementos nem todos tivessem tido oportunidade de exercer esses cargos;.· porque desenvolvemos actividades, clubes e projectos ou outros, que dinamizam a escola, envolvem os alunos, (mas parece que no entender destes srs não servem para nada) e que só caberiam no horário se preteríssemos outras funções;.· por faltas que foram descontadas nas férias e pelas quais cumprimos serviço efectivo;.· por termos estado doentes, ou termos tido familiares, a cargo, doentes...Estamos a ser avaliados numa profissão cujo conteúdo profissional é ser professor, isto é, dar aulas e desenvolver trabalho com alunos, mas onde apenas é contabilizado um item referente a esse conteúdo profissional. Todos os outros pontos vão para a capacidade de manutenção de uma estrutura burocrática, cada vez mais complexa, em resultado das determinações do ME, mas da qual apenas são contabilizados alguns patamares, criando desigualdades mesmo entre quem desempenhou cargos reconhecidos na tal "hierarquia"..Estamos a ser avaliados num período de congelamento de progressão na carreira, que impediu muitos colegas de acederem ao escalão necessário para concorrerem, embora neste momento, se tivessem ascendido, já se encontrassem quase a meio do período temporal destinado ao escalão em que deveriam estar e assim poder concorrer em igualdade de circunstâncias com os outros..Estamos a ser avaliados para aceder a uma categoria em que se manterá o conteúdo funcional existente, dentro do mesmo padrão de distribuição de serviço vs horas de trabalho, e ao qual será acrescentado uma enorme amálgama de novos itens extravasando a possibilidade de encaixe naquele padrão..Estamos a ser avaliados para aceder a um posto (?) cargo (?) dentro de uma categoria que não irá alterar em absolutamente nada, no que diz respeito a estatuto ou remuneração, a situação na carreira de nenhum professor que a ela aceda … antes pelo contrário..Estamos a ser avaliados, de acordo com o que fizeram crer à opinião pública, para progredirmos na carreira, para desempenharmos funções de coordenação e avaliação de outros, portanto, na gíria, para sermos chefes!.
.O que não explicaram publicamente é que:.· não é para sermos chefes de nada, porque não é essa a função de um coordenador;.· não é para desempenharmos outras funções, mas sim para desempenharmos as mesmas funções acumulando outras, dentro do mesmo horário de trabalho;.· não é para promoverem ninguém, porque ninguém será promovido a nada… continuaremos todos a sermos o que éramos, não fosse aquele “titular” a seguir a professor;.· desta “promoção” não advirão “proventos económicos”, como todos parecem pensar, já que continuaremos a receber exactamente o mesmo, e que, pelo contrário, o nosso vencimento diminuirá já que, acrescentando conteúdos funcionais aos existentes, o trabalho aumenta e o vencimento não;.· muitos professores, que optaram por trabalhar em clubes, projectos, apoios aos alunos, em detrimento de outros cargos (sendo actividades lectivas não poderiam exceder as horas previstas, por não podermos ter horas extrordinárias)especialmente se isso aconteceu nestes últimos 7 anos (período que aleatoriamente escolheram para ser avaliado), não têm direito a “progredir”, embora até possam ser dos melhores;.· que não estão dar igualdade de oportunidades a todos, já que excluíram da possível “lista de candidatos”: os que estão "congelados no limbo”; os que estão doentes, neste momento, ou que estão doentes mas podem exercer determinadas funções dentro da escola; os que estão a trabalhar, desde sempre, no ensino especial em escolas de JI e escolas do 1º ciclo de agrupamentos horizontais; os que não têm licenciatura (?! - não há discriminação no ECD, mas passou a ahaver no documento da DGRHE - afinal quem manda?)..O que não explicaram é que este subterfúgio legal, introduzido no ECD, não passa de uma introdução dos objectivos do PRACE nas escolas, para que desta forma se consigam aplicar os critérios do SIADAP, utilizando colegas que desempenham exactamente as mesmas funções para o fazer..O que não explicaram é que esta “titularidade” imposta aos professores não passa de uma manigância economicista que não tem nada a ver com a melhoria do conteúdo e/ou resultados do sistema de ensino..
Para mim, quase tudo o que se prende com a forma e com o conteúdo deste concurso parece-me poder ser alvo de contestação constitucional, por isso considero premente a colocação da questão no Tribunal Constitucional, para além da sujeição que foi feita à apreciação do Provedor de Justiça.Creio que é imperativo que isso aconteça..Não esqueço, na forma, o modo como o aviso de abertura foi feito e as vagas foram “divulgadas”, deslocando para os júris locais a sua publicitação através de aviso internos. Para mim, isto não passa de mais uma ilegalidade!!!.Bolas! Trata-se de um concurso nacional! Deveria estar tudo bem explícito em DR!"
A mim parece-me tudo ilegal!!!!E não é por ter sido legislado que passa a ser mais legal!!!.
.Estamos a ser (re)avaliados de acordo com uma ilegal retroactividade, ainda para mais selectiva :.· em função de factos pelos quais já fomos avaliados e que superámos, de acordo com outros padrões de avaliação;.· por cargos que aceitámos ou não em detrimento de outros que agora não são contabilizados;.· em tarefas/cargos que dividimos, fazendo rotação anual da sua distribuição, para que houvesse uma contribuição efectiva de todos os professores, o que fez com que em departamentos com muitos elementos nem todos tivessem tido oportunidade de exercer esses cargos;.· porque desenvolvemos actividades, clubes e projectos ou outros, que dinamizam a escola, envolvem os alunos, (mas parece que no entender destes srs não servem para nada) e que só caberiam no horário se preteríssemos outras funções;.· por faltas que foram descontadas nas férias e pelas quais cumprimos serviço efectivo;.· por termos estado doentes, ou termos tido familiares, a cargo, doentes...Estamos a ser avaliados numa profissão cujo conteúdo profissional é ser professor, isto é, dar aulas e desenvolver trabalho com alunos, mas onde apenas é contabilizado um item referente a esse conteúdo profissional. Todos os outros pontos vão para a capacidade de manutenção de uma estrutura burocrática, cada vez mais complexa, em resultado das determinações do ME, mas da qual apenas são contabilizados alguns patamares, criando desigualdades mesmo entre quem desempenhou cargos reconhecidos na tal "hierarquia"..Estamos a ser avaliados num período de congelamento de progressão na carreira, que impediu muitos colegas de acederem ao escalão necessário para concorrerem, embora neste momento, se tivessem ascendido, já se encontrassem quase a meio do período temporal destinado ao escalão em que deveriam estar e assim poder concorrer em igualdade de circunstâncias com os outros..Estamos a ser avaliados para aceder a uma categoria em que se manterá o conteúdo funcional existente, dentro do mesmo padrão de distribuição de serviço vs horas de trabalho, e ao qual será acrescentado uma enorme amálgama de novos itens extravasando a possibilidade de encaixe naquele padrão..Estamos a ser avaliados para aceder a um posto (?) cargo (?) dentro de uma categoria que não irá alterar em absolutamente nada, no que diz respeito a estatuto ou remuneração, a situação na carreira de nenhum professor que a ela aceda … antes pelo contrário..Estamos a ser avaliados, de acordo com o que fizeram crer à opinião pública, para progredirmos na carreira, para desempenharmos funções de coordenação e avaliação de outros, portanto, na gíria, para sermos chefes!.
.O que não explicaram publicamente é que:.· não é para sermos chefes de nada, porque não é essa a função de um coordenador;.· não é para desempenharmos outras funções, mas sim para desempenharmos as mesmas funções acumulando outras, dentro do mesmo horário de trabalho;.· não é para promoverem ninguém, porque ninguém será promovido a nada… continuaremos todos a sermos o que éramos, não fosse aquele “titular” a seguir a professor;.· desta “promoção” não advirão “proventos económicos”, como todos parecem pensar, já que continuaremos a receber exactamente o mesmo, e que, pelo contrário, o nosso vencimento diminuirá já que, acrescentando conteúdos funcionais aos existentes, o trabalho aumenta e o vencimento não;.· muitos professores, que optaram por trabalhar em clubes, projectos, apoios aos alunos, em detrimento de outros cargos (sendo actividades lectivas não poderiam exceder as horas previstas, por não podermos ter horas extrordinárias)especialmente se isso aconteceu nestes últimos 7 anos (período que aleatoriamente escolheram para ser avaliado), não têm direito a “progredir”, embora até possam ser dos melhores;.· que não estão dar igualdade de oportunidades a todos, já que excluíram da possível “lista de candidatos”: os que estão "congelados no limbo”; os que estão doentes, neste momento, ou que estão doentes mas podem exercer determinadas funções dentro da escola; os que estão a trabalhar, desde sempre, no ensino especial em escolas de JI e escolas do 1º ciclo de agrupamentos horizontais; os que não têm licenciatura (?! - não há discriminação no ECD, mas passou a ahaver no documento da DGRHE - afinal quem manda?)..O que não explicaram é que este subterfúgio legal, introduzido no ECD, não passa de uma introdução dos objectivos do PRACE nas escolas, para que desta forma se consigam aplicar os critérios do SIADAP, utilizando colegas que desempenham exactamente as mesmas funções para o fazer..O que não explicaram é que esta “titularidade” imposta aos professores não passa de uma manigância economicista que não tem nada a ver com a melhoria do conteúdo e/ou resultados do sistema de ensino..
Para mim, quase tudo o que se prende com a forma e com o conteúdo deste concurso parece-me poder ser alvo de contestação constitucional, por isso considero premente a colocação da questão no Tribunal Constitucional, para além da sujeição que foi feita à apreciação do Provedor de Justiça.Creio que é imperativo que isso aconteça..Não esqueço, na forma, o modo como o aviso de abertura foi feito e as vagas foram “divulgadas”, deslocando para os júris locais a sua publicitação através de aviso internos. Para mim, isto não passa de mais uma ilegalidade!!!.Bolas! Trata-se de um concurso nacional! Deveria estar tudo bem explícito em DR!"
"Titular?
Dizem que eu tenho a mania de fazer filmes sobre o futuro ainda não acontecido. Sim. Tenho. Admito.Hoje apetece-me fazer um. Vamos lá a isto...À categoria de professor titular, além das funções de professor (leiam o capítulo correspondente às mesmas), correspondem funções diferenciadas pela sua natureza, âmbito e grau de responsabilidade.Os cargos de coordenação científico-pedagógica são assegurados pelos professores titulares. Entre outras competências (as de professor, claro) destacam-se estas: coordenação da prática científico-pedagógica dos docentes das disciplinas; áreas disciplinares ou nível de ensino; acompanhamento e orientação da actividade profissional dos professores da disciplina ou área disciplinar, especialmente no período probatório; intervenção no processo de avaliação do desempenho dos docentes das disciplinas, áreas disciplinares, ou níveis de ensino; participação no júri da prova pública de admissão ao concurso de acesso na carreira... O filme: se eu me candidatar a (e chegar a ser) professora titular... posso, portanto, ser coordenadora de departamento. Vejamos algumas funções de um coordenador (para além das já enunciadas) enquanto avaliador: preencher uma ficha de avaliação sobre os professores (no meu departamento – matemática e informática - são bastantes...), entrevistar individualmente os avaliados... (avaliação feita de dois em dois anos).Claro que para avaliar os professores terei de ponderar o seu envolvimento e as suas qualidades científico-pedagógicas (ao longo dos dois anos, suponho), com base na apreciação dos seguintes parâmetros classificativos: preparação e organização das actividades lectivas, realização das actividades docentes, relação pedagógica com os alunos, processo de avaliação das aprendizagens dos ditos... Claro que para o fazer, diz o estatuto, deverei recorrer à análise dos (imensos) materiais produzidos pelos (muitos) professores, assistir-lhes a aulas mais do que uma vez, conversar com eles sobre as assistências e os materiais... fazer a leitura dos seus relatórios de auto-avaliação... reunir com os demais responsáveis pela avaliação dos docentes para aferição de observações...... não é preciso ser um génio para perceber que com cerca de 20 professores (ou mais) a meu cargo, pouco tempo me sobrará para tratar dos meus próprios alunos, se levar a sério o meu papel de avaliadora... E que, repito, os “titulares” são professores, com a sua lista própria de funções, sendo também avaliados... Com o modelo de distribuição da carga lectiva em vigor, cada vez se têm mais tarefas de diversa natureza e menos tempo na componente individual. A dispersão é imensa, a concentração, aprofundamento e dedicação a tarefas específicas relacionadas com os nossos alunos é cada vez menor. Gasta-se o tempo sem aprofundar coisa alguma, saltitando de nenúfar em nenúfar, de acompanhamento em acompanhamento, de substituição em substituição, de reunião em reunião, de papel em papel, de projecto em projecto, de formulário em formulário, de absurdo em absurdo. Achar que é possível fazer com seriedade tudo o que o estatuto preconiza para o professor titular (já nem falo do resto), só pode resultar de um completo desconhecimento do que é a realidade da escola e o trabalho de um professor dedicado.A única coisa que sei é que os alunos continuarão a ser a minha prioridade.E espero que alguém dê pelo absurdo, antes de acontecer o pior.Como sempre, o meu optimismo inclina-se a acreditar na vitória da inteligência...Já fiz o meu filme. Pronto. Se vier a acontecer exactamente assim, deixem-me cá pensar:.Professora titular? Eu?."
Conclusão: no que toca aos professores a situação piora bastante. Congelados estão e congelados ficarão pelo que se vê na dimensão dos quadros estabelecidos. E com tudo isto ficaram a perceber que o que menos importa é o trabalho que fazem com os alunos.
05 junho 2007
A matemática é uma ... batata!
03 junho 2007
Aldeia do Cano
Magnífica realização a festa da Aldeia do Cano, que já vai na 9ª edição, da Secção do PS do Cercal e que conta com o apoio da Comissão Política Concelhia de Santiago do Cacém e do Secretariado da Federação de Setúbal e do seu Presidente.
Festa que contou com a presença de membros do Governo, da Federação de Beja, da Concelhia de Odemira, e de muitos mais convidados, simpatizantes, autarcas e militantes.
02 junho 2007
01 junho 2007
Computadores para todos...

É verde e tem uma manivela amarela para poder funcionar onde nem sequer há electricidade. Tem um desenho de excepcional versatilidade. Faz tudo o que os computadores grandes fazem, incluindo acesso à Internet sem fios. Só tem um ecrã mais pequeno e pouca memória de discos. Usa o sistema operativo Linux, pode ser alimentado normalmente ou com a manivela incluída, ligações Wifi e USB. Os protótipos têm um processador de 500 Mhz e 1GB de memória.



































