Historicando

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18 outubro 2012

François Hollande: crescimento económico para contrariar a onda de austeridade

O presidente francês François Hollande defende que são necessárias mais medidas que promovam o crescimento económico para contrariar a onda de austeridade que assola a Europa.
"Não é possível, pelo bem de todos, impor uma cadeia perpétua a umas nações que já fizeram sacrifícios consideráveis se as suas populações não vêem, em algum momento, os resultados dos seus esforços", afirmou François Hollande em entrevista ao El País. "Hoje é tão importante a ameaça da recessão como a dos défices".
O líder gaulês declarou que chega de austeridade nos países do Sul da Europa: "Também me dirijo aos espanhóis e portugueses, que estão a pagar caro os problemas criados por outros. Chegou a hora de oferecer uma perspectiva que não seja só a de austeridade.
Na entrevista, François Hollande também sugeriu que Angela Merkel está demasiado preocupada com a situação interna da Alemanha para responder de forma adequada à crise.
http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO065435.html




Farsantes?

Já repararam na “tanga” que nos dão as instituições como o FMI, BCE, CE…?
O ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schauble, disse hoje não haver alternativa à redução da dívida dos Estados da zona euro. Isto é, paguem seja lá como for! Este é o senhor que prometia ao nosso “crédulo” Vítor Gaspar uma ajudinha caso precisássemos… Vê-se!
Christine Lagarde, do FMI exige manutenção do consenso político em Portugal.
"Provavelmente, o mais importante em Portugal tem sido o apoio político amplo ao programa". Fundo também ficou incomodado com manifestações.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) está visivelmente incomodado com os mais recentes desenvolvimentos políticos e sociais em Portugal.
"O enfraquecimento da economia complica as tarefas orçamentais"; falta de entendimento político ainda mais, enfatiza o FMI.
No entanto Christine Lagarde voltou a defender que os programas de ajustamento devem ser diferentes em cada país. Em que é que ficamos? Suavizamos as exigências ou pelo contrário mantemos o Acordo tal como foi assinado?
O presidente do BCE, Mario Draghi, diz que Portugal pode beneficiar do programa de compra de dívida.
A seguir já não é bem assim: o Banco Central Europeu (BCE) disse que os países sob ajuda externa, como Portugal, também poderão beneficiar do novo programa de compra de dívida, mas apenas quando estiverem a recuperar o acesso ao mercado.
Por fim, Durão Barroso diz que Bruxelas não é responsável pela austeridade.
"Os governos é que são responsáveis pelas medidas de austeridade, que não são uma imposição da Comissão Europeia”
O antigo primeiro-ministro português considera que não é a "troika" que decide as medidas que são aplicadas, mas quem está nos respectivos governos.
Amigos de Peniche!





Ramalho Eanes

Quando cumpria o seu segundo mandato, Ramalho Eanes viu ser-lhe apresentada pelo Governo uma lei especialmente congeminada contra si.
O texto impedia que o vencimento do Chefe do Estado fosse «acumulado com quaisquer pensões de reforma ou de sobrevivência» públicas que viesse a receber.
Sem hesitar, o visado promulgou-o, impedindo-se de auferir a aposentação de militar para a qual descontara durante toda a carreira.
O desconforto de tamanha injustiça levou-o, mais tarde, a entregar o caso aos tribunais que, há pouco, se pronunciaram a seu favor.
Como consequência, foram-lhe disponibilizadas as importâncias não pagas durante catorze anos, com retroactivos, num total de um milhão e trezentos mil euros.
Sem de novo hesitar, o beneficiado decidiu, porém, prescindir do benefício, que o não era pois tratava-se do cumprimento de direitos escamoteados - e não aceitou o dinheiro. Num país dobrado à pedincha, ao suborno, à corrupção, ao embuste, à traficância, à ganância, Ramalho Eanes ergueu-se e, altivo, desferiu uma esplendorosa bofetada de luva branca no videirismo, no arranjismo que o imergem, nos imergem por todos os lados.
As pessoas de bem logo o olharam empolgadas: o seu gesto era-lhes uma luz de conforto, de ânimo em altura de extrema pungência cívica, de dolorosíssimo abandono social.
Antes dele só Natália Correia havia tido comportamento afim, quando se negou a subscrever um pedido de pensão por mérito intelectual que a secretaria da Cultura (sob a responsabilidade de Pedro Santana Lopes) acordara, ante a difícil situação económica da escritora, atribuir-lhe. «Não, não peço. Se o Estado português entender que a mereço», justificar-se-ia, «agradeço-a e aceito-a.
Mas pedi-la, não. Nunca!»
O silêncio caído sobre o gesto de Eanes (deveria, pelo seu simbolismo, ter aberto telejornais e primeiras páginas de periódicos) explica-se pela nossa recalcada má consciência que não suporta, de tão hipócrita, o espelho de semelhantes comportamentos.
“A política tem de ser feita respeitando uma moral, a moral da responsabilidade e, se possível, a moral da convicção”, dirá. Torna-se indispensável “preservar alguns dos valores de outrora, das utopias de outrora”. Quem o conhece não se surpreende com a sua decisão, pois as questões da honra, da integridade, foram-lhe sempre inamovíveis. Por elas, solitário e inteiro, se empenha, se joga, se acrescenta - acrescentando os outros.
“Senti a marginalização e tentei viver”, confidenciará, “fora dela. Reagi como tímido, liderando”. O acto do antigo Presidente («cujo carácter e probidade sobrelevam a calamidade moral que por aí se tornou comum», como escreveu numa das suas notáveis crónicas Baptista-Bastos) ganha repercussões salvíficas da nossa corrompida, pervertida ética.
Com a sua atitude, Eanes (que recusara já o bastão de Marechal) preservou um nível de dignidade decisivo para continuarmos a respeitar-nos, a acreditar-nos - condição imprescindível ao futuro dos que persistem em ser decentes.
Já escrevi algures no Expresso um comentário sobre Ramalho Eanes, mas sinto-me na obrigação de dizer algo mais e que me foi contado por mais que uma pessoa.
Disseram-me que perante as dificuldades da Presidência teve de vender uma casa de férias na Costa de Caparica e ainda que chegou a mandar virar dois fatos, razão pela qual um empresário do Norte lhe ofereceu tecido para dois. Quando necessitava de um conselho convidava as pessoas para depois do jantar, às quais era servido um chá por não haver verba para o jantar. O polícia de guarda em vez de estar na rua de plantão ao frio e chuva mandou colocá-lo no átrio e arranjou uma cadeira para ele não estar de pé. Consta que também lhe ofereceram Acções da SLN-BPN, mas recusou.
Fernando Dacosta






17 outubro 2012

Pecado grave de Dom José Policarpo

Cardeal patriarca de Lisboa acha que problemas não se resolvem com manifestações.
Dom José Policarpo alertou em Fátima para a corrosão da harmonia democrática, com o povo a governar a partir da rua. O cardeal patriarca de Lisboa defende que os problemas do país não se resolvem com manifestações.
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=594795&tm=9&layout=122&visual=61







Manifestações - liberdade de expressão












Sieg Heil!, Heil Pedro Passos Coelho!, Heil mein Führer!*


*Sieg Heil (Salve a Vitória) / Heil Pedro Passos Coelho (Salve Pedro Passos Coelho) / Heil mein Führer! (Salve, meu líder!).
Pedro Passos Coelho -- Best of 2010-2011

La Pire Haleine du Monde

Quizas Quizas Quizas-Ibrahim Ferrer & Omara Portuondo

Herr 1 e Herr 2

O ministro alemão das Finanças, Schäuble responde com a defesa extrema da dureza punitiva: "Quando há um objectivo de médio prazo definido, não se constrói confiança se alguém começa a ir numa direcção diferente; os países europeus não devem abandonar o barco da austeridade". Por outras palavras, com o piloto automático ligado, o piloto humano não deve interferir quando vê a rota do avião colidir com uma montanha por erro de introdução de dados; para não se destruir a confiança no mecanismo, deve-se deixar ocorrer a colisão.’
Só há uma conclusão que se pode tirar de tudo a que temos assistido: Vítor Gaspar sabe tão bem ou melhor do que nós que o cabaz de impostos que aí vem vai agravar a recessão (e o desemprego) e não vai ser possível cumprir o défice fixado para 2013. Estará, assim, a esticar a corda para ser removido — criando as condições para poder ser recebido de braços abertos em Frankfurt ou Bruxelas.
A verdade é que Vítor Gaspar:
… tratou com desprezo o Presidente da República, ignorando ostensivamente a chamada de atenção no Facebook…
… fez-se desentendido relativamente aos alertas, em jeito de autocrítica, da directora-geral e do economista-chefe do FMI, feitos numa reunião a que assistia…
… deixou o Governo à nora, obrigando os ministros, durante uma semana, a catar despesa pública enquanto ele tratava do seu curriculum em Tóquio…
… passou ao lado das suas próprias promessas de que iria “mitigar” os estragos, quando em alguns aspectos até agravou a dose de austeridade…
… e, como se não fosse nada com ele, aterrou esta manhã no Conselho de Ministros, vindo das suas miniférias no Japão, e encostou o Governo à parede: “este é um orçamento sem margem de manobra”.
(...) a batata quente ficou nas mãos do CDS-PP. Para não perder a face, Paulo Portas poderá passar mais uns dias a saltitar entre os pingos da chuva, argumentando que a discussão do Orçamento na especialidade poderá permitir “mitigar” os estragos. Mas, se Berta Cabral mantiver a palavra, os deputados do PSD-Açores votarão contra o Orçamento, sendo muito provável que os deputados de Alberto João Jardim sigam o exemplo. Então, todos os olhares se voltarão para Paulo Portas, que terá de dizer… se fica.

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O impasse europeu - de Mário Soares

‘Escrevi, recentemente, que o Governo atual está moribundo e totalmente desgastado. Porque não se demite? Creio que é por não saber para onde fugir. E assim vai ficando enquanto houver seguranças que o protejam...
(…)
No entanto, quanto a Portugal, o Governo atual não sabe qual o caminho a seguir. Só tem uma ideia: destruir tudo o que é social e vender o património a qualquer preço para manter a política de austeridade, como manda a ideologia neoliberal. Mesmo sabendo que a classe média está a ser destruída, o País empobrecido como nunca e até o Fundo Monetário Internacional dizer que é preciso reduzir a austeridade para lutar contra a recessão e diminuir o desemprego.
Todo o País está contra o Governo. Desde as Forças Armadas às Forças de Segurança (polícia e guarda republicana). Dos médicos e enfermeiros aos banqueiros, dos grandes e médios empresários, falidos ou em vésperas disso, dos professores aos engenheiros, dos farmacêuticos às universidades e às escolas, dos lavradores aos operários e aos pescadores, dos artistas aos jornalistas e às mulheres e homens de cultura, aos proprietários que perderam a casa, aos pensionistas que viram diminuir as suas pensões, para as quais descontaram... Só escapam os oportunistas e a falange dos assessores que trabalham para o Governo e os negocistas sem escrúpulos que vivem à sua sombra.
Como pode o Governo manter-se contra um país todo a chamar aos ministros "gatunos"?
Ainda não conheço o resultado do Orçamento do Estado para 2013. Ao que disseram, foi apresentado ontem na Assembleia da República depois de inúmeros cortes, recuos, avanços, críticas certeiras dos parceiros sociais e as indignações que provocou na própria coligação governamental e no interior dos próprios partidos do Governo, sem falar sequer das oposições... Para além da hipótese presente de uma nova inconstitucionalidade do Tribunal Constitucional. O que espera o Governo para se demitir? Eis a questão... Que os desempregados e os desesperados comecem a cometer atos de violência?’

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Herr tem escritório (no Terreiro do Paço) de representação dos credores externos...

1. Tornou-se evidente que Vítor Gaspar, depois do investimento feito pelo país na sua “extraordinariamente cara” educação, regressou há ano e meio do estrangeiro para abrir, no Terreiro do Paço, um escritório de representação dos credores externos.
Ao contrário do que acontece (e é público) na Grécia, na Irlanda, na Espanha e na Itália, Vítor Gaspar não contesta os diktats dos credores externos, não os discute e até surpreende os oficiais de ligação (a troika) ao querer ir além do que eles julgariam poder exigir.
2. Para agravar a situação, o ministro dos Negócios Estrangeiros esgota-se nas excursões da AICEP pela América Latina. Não se lhe conhece uma declaração sobre política europeia, nem mesmo quando os responsáveis dos países do Sul atingidos pela crise do euro procuram articular posições para as poder impor em Bruxelas.
Pode ser importante para o país que Paulo Portas contribua para a promoção de produtos nacionais (como a Mariza no Rio de Janeiro), mas a verdade é que a um ministro dos Negócios Estrageiros exige-se um pouco mais — mais Europa, ou seja, mais mundo.
3. Como se isto não bastasse, o Presidente da República não consegue acertar o passo com os seus poderes. Na actual situação, com o país virado do avesso e uma Europa em convulsão, Cavaco Silva permanece encerrado na sua zona de conforto, enviando intermitentes sinais de fumo através do Facebook. Imagine-se o frémito que essas mensagens de Belém provocam por essa Europa fora.
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Wake Island, Pacific Ocean, sempre alerta...

O atol de Wake Island está localizado no Oceano Pacífico central, a cerca de 4.000 km (2.500 milhas) ao oeste-sudoeste do Havaí e 2.400 km (1.500 milhas) ao noroeste de Guam. Além de Wake Island, o atol inclui o menor Peale Island e Wilkes Island, para uma área total de terra de 6,5 quilómetros quadrados (2,5 quilómetros quadrados). Como muitos atóis no Pacífico, as ilhas e recifes associados formada em torno de um vulcão submerso. A lagoa no centro das ilhas marca a localização aproximada da cratera.
Wake Island foi anexado pelos Estados Unidos da América, em 1899, e tornou-se um campo de pouso militar importante e comercial em 1935. Após o bombardeio de Pearl Harbor e a declaração de guerra mútua entre os EUA e o Império do Japão em 1941, o atol foi ocupada por forças japonesas até o final da II Guerra Mundial no Pacífico (1945). Hoje, a administração civil do atol é de responsabilidade do Departamento do Interior dos EUA, enquanto a Força Aérea e Exército dos EUA mantêm instalações e operações militares (incluindo um campo de pouso e ancoradouros de navios de grande porte). Com excepção do apoio directo às missões e de emergências de avião não há desembarques. Não há voos comerciais ou civis para Wake Island.
Em 2006, Wake Island esteve no caminho do Super Tufão Ioke. Dado o perigo, toda a população civil e militar foi evacuado. Alguns danos em edifícios e instalações ocorreram como resultado da tempestade. Uma equipe de reparação da Força Aérea dos EUA foi chamada a restaurar recursos completos para o uso estratégico do atol.
http://earthobservatory.nasa.gov/IOTD/view.php?id=79392






16 outubro 2012

Alegadamente Gaspar recua e abre espaço a mudanças no Orçamento

O ministro das Finanças pediu hoje aos deputados do PSD e CDS para apresentarem cortes entre 500 a mil milhões de euros.
O ministro das Finanças pediu hoje aos deputados do PSD e CDS para apresentarem propostas para cortes entre 500 a mil milhões de euros de forma a "calibrar" o agravamento fiscal.
No entanto, disse que não há margem para alterar as propostas fundamentais do Orçamento do Estado para 2013 e sublinhou que o cenário macroeconómico com que o Executivo "está a jogar é o que se conhece e não há forma de mudar".
O discurso foi menos fechado que na conferência de imprensa. Ontem, durante a conferência de imprensa de apresentação do OE/2013 Vítor Gaspar disse que o Governo não tem "margem de manobra" para alterar o Orçamento do Estado para 2013 e colocá-lo "em causa" é "pôr em causa o processo de ajustamento". As palavras do ministro das Finanças foram de pronto criticadas por deputados do CDS, e mesmo dentro do próprio PSD levantaram-se vozes a discordar da postura do Executivo.
Fonte do CDS estava um pouco céptica com a margem para cortar despesa, questionando o Económico por que razão então isso não foi feito logo nos conselhos de ministros, quando o partido apresentou tantas propostas para as quais Gaspar foi "inamovível".
http://economico.sapo.pt/noticias/gaspar-recua-e-abre-espaco-a-mudancas-no-orcamento_154091.html











Mansu Musa I - Rei africano do século XIV foi o homem mais rico da história

Rei africano do século XIV foi o homem mais rico da históriainShareUm rei que governou o oeste de África no século XIV teria sido o homem mais rico do mundo, segundo o site americano CelebrityNetworth.com, que reúne informações sobre fortunas de personalidades diversas.Por valores reajustados segundo a inflação actual, a fortuna pessoal de Mansu Musa I, que vivia na região onde fica hoje o Mali, valeria o equivalente a 400 mil milhões de dólares na ocasião de sua morte, em 1331.
Nascido em 1280, Musa, que ganhou o título de Mansu, que significava rei dos reis, foi o rei do império mali durante 25 anos. O seu reino englobava o território actualmente formado pelo Gana e o Mali e regiões ao redor.
Musa foi um devoto muçulmano que ajudou a difundir a fé islâmica pela África e fez do império mali uma potência. Ele investiu fortemente na construção de mesquitas e escolas e fez da capital do seu império, Timbuktu, um centro de comércio, saber e peregrinação religiosa.
O império de Musa respondeu pela produção de mais de metade do fornecimento mundial de ouro e sal, de onde o governante tirou boa parte da sua avultada fortuna.
Muitos comerciantes vindos da Europa foram a Timbuktu, atraídos pelo ouro e pelas oportunidades de negócios oferecidos pela capital do império erguido por Musa.
Os herdeiros do imperador não teriam conseguido preservar a sua vasta riqueza, devido a perdas provocadas por guerras civis e invasões realizadas por conquistadores.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=597111






ARRASADORES! • Ex- Ministros das Finanças de Portugal sobre OE 2013



• Luís Campos e Cunha – http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO065241.html

• António José de Castro Bagão Félix – http://economico.sapo.pt/noticias/carga-fiscal-pode-gerar-uma-septicemia-na-economia_154081.html

http://economia.publico.pt/Noticia/bagao-felix-subida-dos-impostos-e-napalm-fiscal-devastador-1567020

• Manuela Ferreira Leite – http://www.tvi24.iol.pt/politica/manuela-ferreira-leite-manuela-ferreira-leite-orcamento-do-estado-ferreira-leite-orcamento-do-estado-irs-tvi24/1383964-4072.html

• Guilherme d'Oliveira Martins – http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO065339.html

http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=27&did=81376

• Joaquim Pina Moura – http://economico.sapo.pt/noticias/pina-moura-e-necessario-encontrar-respostas-novas_94605.html

• Eduardo Catroga – http://expresso.sapo.pt/eduardo-catroga-foi-o-ultimo-a-reconhecer-que-o-governo-esta-a-assaltar-nos-louca=f758345

• Jorge Braga de Macedo – http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=584509

• Miguel Beleza – http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO065232.html

• Miguel Cadilhe – http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO058997.html

• João Salgueiro – http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/joao-salgueiro-margem-para-mais-cortes-na-despesa-e-muito-limitada-1566850

• José da Silva Lopes – http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=595678&tm=6&layout=121&visual=49

• Henrique Medina Carreira – http://www.tvi24.iol.pt/politica/medina-carreira-estado-social-reformas-olhos-nos-olhos-opiniao-tvi24/1364970-4072.html

http://www.tvi24.iol.pt/programa/4407/53







A UE e o FMI têm de mudar de plano – eles não são só credores, são responsáveis

... este Orçamento vai correr mal. Ninguém acredita nele, nem quem o faz. Mas shiu, parece que isso não pode ser dito alto, piscamos os olhos uns aos outros mas não dizemos nada. Hoje há OE, hoje temos a angústia do guarda-redes no momento do penálti, hoje vamos discutir o indiscutível mas só uma coisa não tem alternativa: insistir em vez de desistir. Insistir na mudança. Não seremos nós, será o tempo a rasgar o OE.
... não vamos pagar esta dívida pública, não é possível pagar 120% do que se produz se o que se produz não aumenta. O que aumentará são os 120%. Porque o PIB vai cair mais. Porque há dívida por reconhecer (em empresas públicas, em "swaps", em "factoring", em parcerias público-privadas que vão falir e ser nacionalizadas). Para baixar para o nível de Maastricht, 60% do PIB, seria preciso amortizar uns cem mil milhões de euros. Cinco mil milhões durante 20 anos! Seriam seis meses de IRS só para reduzir dívida. Não dá.
... os alemães não podem perceber. Pagar a dívida não é "ideia de criança", não nos podemos "marimbar para os credores", nem simplesmente dizer "não pagamos". Há outras formas de perdão que o não são. Como conceder empréstimos baratos a longos períodos. Assim se fez com a Alemanha após a Guerra.
... nem um perdão chega. A austeridade é necessária, mesmo que toda a dívida desaparecesse por magia, as finanças não estariam bem. No próximo ano, depois do maior aumento de impostos de sempre, será a primeira vez em democracia em que as despesas do Estado (excluindo juros) serão menores que as receitas.
... estamos a entrar em espiral recessiva. Desde Maio que o défice se descontrolou. A próxima execução orçamental mostrará que Setembro foi catastrófico, pois o anúncio inesperado para a maioria das pessoas de austeridade radical levou à travagem do consumo e à suspensão do investimento.
... o Governo vai falhar a meta do défice. Começando pela receita fiscal. Ainda não se conhece todo a proposta de OE, sabe-se o suficiente para saber que o "maior aumento de impostos de sempre" não vai gerar "o maior aumento de receitas de sempre".
... a economia vai cair mais de 1% em 2013. O erro agora reconhecido pelo FMI quanto ao efeito multiplicador da austeridade garante isso. O PIB vai cair mais.
... o Governo português falhou. Falhou porque deixou para dois conselhos de ministros de 30 horas o que não fez em 15 meses, preparar cortes de despesa. Falhou porque improvisou, avançou e recuou, não estudou nem criou alternativas. Hoje, serão apresentados incentivos ao crescimento económico. Esperemos que sejam medidas analisadas.
... este OE é para alombar, mas não é para levar muito a sério, porque vai falhar. A austeridade vai acontecer, os objectivos orçamentais e macroeconómicos não. O que vai acontecer é que não vamos pagar a dívida, vamos ter mais tempo para reduzir o défice e a troika vai mudar a política que nos impôs.
É o desespero? Não! É preciso influenciar esse desfecho. Há alternativas. Cá dentro, na política orçamental. Mas sobretudo lá fora.
Este descalabro tem responsáveis e nem todos foram eleitos por nós. Merkel é responsável, Barroso é responsável, Lagarde é responsável – e foi a única que já assumiu o erro. É preciso mais. O FMI tem de ser consequente, a UE tem de assumir o erro e ambos têm de dar mais tempo a Portugal, mas criando condições de credibilidade junto dos mercados financeiros, intervindo de modo a garantir taxas de juro baixas, em mercado primário e secundário, o que passa por mecanismos de compra de dívida, como o BCE já se disponibilizou a fazer.
Passos Coelho é responsável. Tem alternativas que nunca discutiu, como baixar impostos e aumentar preços de acesso à saúde ou ao ensino. Talvez seja errado, não se sabe, não foi estudado, mas é uma alternativa que se esperava de um Governo liberal. Mas sobretudo: Passos é responsável porque troca os pés, não lidera, está um cata-vento.
É preciso ser consequente. É possível fazer política com decência. O Governo escolheu o alvo errado, a guerra não se ganha contra o povo, nem pedindo ao povo que morra, ganha-se pressionando as instituições internacionais, como disse este fim-de-semana Jorge Sampaio numa excelente entrevista. É preciso cumprir o que nos pedem e fazer disso degrau para exigirmos, negociarmos, para merecermos a racionalidade da tolerância. É preciso dar ajuda interna à ajuda externa. É preciso voltar a ter um plano em que confiemos. Este falhou. Este vai falhar.
Pronto, não digam nada, guardem silêncio, há uma encenação para cumprir, por causa das opiniões públicas dos países do Norte, por causa dos gajos dos mercados. Guardemos os falhanços para nós e, aqui que ninguém nos ouve, fechemos os parêntesis e escrevamos uma única frase, audível e responsabilizadora).
Os portugueses têm de pagar austeridade. O Governo tem o dever de garantir a sua racionalidade, equidade e propósito. A UE e o FMI têm de mudar de plano – eles não são só credores, são responsáveis. E nós não podemos deixar que eles se esqueçam disso. Fazê-los merecer o próximo Nobel da Paz.
psg@negocios.pt
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=584029




Áurea vai agora competir para ser a representante europeia na categoria "Worldwide Act"

Áurea vence "Best Portuguese Act" nos prémios MTV EMA.
A cantora Áurea venceu a competição "Best Portuguese Act" e vai tentar representar a Europa na final dos prémios MTV Europe Music Words, competindo pelo "Worldwide Act".
Áurea vence pelo segundo ano consecutivo, num grupo onde também estavam nomeados os Klehpt, Mónica Ferraz, Amor Electro e Os Azeitonas.
Aos 23 anos, Áurea tem-se destacado no registo Soul e Blues. A cantora apela agora ao voto na categoria Worldwide Act, já que está na corrida ao título de representante europeia, em competição com os 22 países da Europa onde a MTV está presente. As votações estão abertas até 30 de outubro, no site oficial. Os prémios serão entregues a 11 de novembro, numa cerimónia conduzida por Heidi Klum a partir do Festhalle em Frankfurt.
O representante europeu será anunciado a 30 de outubro, juntamente com os restantes 4 finalistas das restantes regiões – América do Norte, América Latina, Ásia/Pacífico, África/Índia/Médio Oriente. O Top 5 irá competir pelo título de Worldwide Act, cujo vencedor será anunciado em direto na cerimónia.
A lista de nomeados aos EMA 2012 inclui ainda nomes como Rihanna, Katty Perry, Lana Del Rey, Green Day, No Doubt e Carly Rae Jepsen.
Dona de uma voz inconfundível, poderosa e cativante, Aurea tem sido sinónimo de sucesso. O ano de 2011 revelou ser um período de crescimento e de reconhecimento para a Aurea. A cantora teve um ano e uma agenda bastante preenchidos, com uma digressão nacional de mais de 70 concertos. Foi também nomeada para ‘Best Portuguese Act’, nos MTV Europe Music Awards, prémio que acabou por vencer.
VOTA ABRINDO O LINK: http://pt.mtvema.com/artistas/aurea






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OE 2013. Saiba quais os limites para as deduções fiscais


Medina Carreira - social e politicamente seguimos o caminho da Grécia

Medina Carreira está pouco tranquilo com o Orçamento do Estado para 2013. «Pouco tranquilo e pouco satisfeito».
E acrescenta: «Aos governos cumpre fazer política não é fazer contas com máquina de calcular»
O antigo ministro das Finanças afirmou ainda no programa «Olhos nos Olhos da TVI 24 que este Governo tem um problema político a resolver.
http://www.tvi24.iol.pt/opiniao/medina-carreira-opiniao-oe2013-olhos-nos-olhos-tvi24/1383894-5339.html








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