Historicando

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01 dezembro 2012

A Restauração da Independência - último feriado até 2017

A Restauração da Independência é a designação dada à revolta dos portugueses, iniciada em 1 de Dezembro de 1640, chefiados por um grupo designado de Os Quarenta Conjurados e que se alastrou por todo o país, contra a tentativa da anulação da independência do Reino de Portugal pela governação da Dinastia filipina, e que vem a culminar com a instauração da 4.a Dinastia Portuguesa que parte da casa de Bragança. É comemorada anualmente em Portugal por um feriado no dia 1 de Dezembro. É considerado o dia da Independência.
A ideia de recuperar a independência era cada vez mais poderosa e a ela começaram a aderir todos os grupos sociais.
Os burgueses portugueses estavam muito desiludidos e empobrecidos com os ataques ao seu território e aos navios que transportavam os produtos que vinham das várias regiões do reino de Portugal continental, insular e ultramarino. A concorrência dos Holandeses, Ingleses e Franceses diminuía-lhes o negócio e os lucros.
Os nobres descontentes viam os seus cargos ocupados pelos Espanhóis, tinham perdido privilégios, eram obrigados a alistar-se no exército castelhano e a suportar todas as despesas. Também eles empobreciam e era quase sempre desvalorizada a sua qualidade ou capacidade! A corte estava em Madrid e mesmo a principal gestão da governação do reino de Portugal, que era obrigatoriamente exigida de ser realizada "in loco", era entregue a nobres castelhanos e não portugueses. Estes últimos viram-se afastados da vida "palaciana" e acabaram por se retirar para a província, onde viviam nas suas casas senhoriais e solares, para poderem sobreviver com alguma dignidade imposta pela sua classe social.
Portugal, na prática, era como se fosse uma província espanhola, governada de longe. Os que ali viviam eram obrigados a pagar impostos que ajudavam a custear as despesas do Império Espanhol que também já estava em declínio.
Foi então que um grupo de nobres – cerca de 40 conjurados se começou a reunir, secretamente, procurando analisar a melhor forma de organizar uma revolta contra Filipe IV de Espanha. Uma revolta que pudesse ter êxito.
Começava a organizar-se uma conspiração para derrubar os representantes do rei em Portugal. Acreditavam que poderiam ter o apoio do povo e também do clero.
Apenas um nobre tinha todas as condições para ser reconhecido e aceite como candidato legítimo ao trono de Portugal. Era ele D. João, Duque de Bragança, neto de D. Catarina de Bragança, candidata ao trono, em 1580.
Em Espanha, o rei Filipe III de Portugal referido acima também enfrentava dificuldades: continuava em guerra com outros países; o descontentamento da população espanhola aumentava; rebentavam revoltas em várias regiões – a mais violenta, a revolta da Catalunha (1640), criou a oportunidade que os portugueses esperavam. O rei de Espanha, preocupado com a força desta, desviou para lá muitas das tropas.
Faltava escolher o dia certo. Aproximava-se o Natal do ano 1640 e muita gente partiu para Espanha. Em Lisboa, ficaram a Duquesa de Mântua, espanhola e Vice-rei de Portugal (desde 1634), e o português seu Secretário de Estado, Miguel de Vasconcelos.
Os nobres revoltosos convenceram D. João Duque de Bragança, que vivia no seu palácio de Vila Viçosa, a aderir à conspiração.
No dia 1 de Dezembro, desse ano, invadiram de surpresa o Palácio real (Paço da Ribeira), que estava no Terreiro do Paço, prenderam a Duquesa, obrigando-a a dar ordens às suas tropas para se renderem – e mataram Miguel de Vasconcelos.




30 novembro 2012

A desordem!



Não há ordem que resista, quando uma ordem é seguida de uma contra-ordem. É a desordem!
Passos foi "desautorizado" por ministro da Educação: O primeiro-ministro foi "desautorizado" pelo ministro da Educação, depois de Passos ter admitido um financiamento mais repartido na educação.
O primeiro-ministro "surpreendeu todos os portugueses" ao anunciar que "era necessário que as famílias fizessem um esforço, com os seus rendimentos, para pagarem o ensino secundário".
O ministro da Educação, passadas umas horas veio dizer, que isso nunca esteve em cima da mesa".
http://economico.sapo.pt/noticias/passos-foi-desautorizado-por-ministro-da-educacao_157533.html





Deputados socialistas poderão pedir fiscalização sucessiva do OE ao TC


O líder do grupo parlamentar do PS, Carlos Zorrinho, deu esta sexta-feira um sinal relativo à posição do seu partido sobre a fiscalização pelo Tribunal Constitucional do Orçamento de Estado para 2013.
“O PS fez tudo para dar o maior tempo possível ao Presidente da República para ele poder fazer a fiscalização preventiva”, disse Zorrinho, ao PÚBLICO. “Este é o tempo do senhor Presidente, quando terminar o tempo do senhor Presidente será, então, o tempo dos deputados”, concluiu o líder parlamentar socialista.
http://www.publico.pt/politica/noticia/ps-da-liberdade-a-deputados-para-avancarem-com-fiscalizacao-sucessiva-do-orcamento-1575611










A força das imagens...




Rugby sevens: Portugal venceu as potências África do Sul e Inglaterra


Portugal vai disputar o troféu Plate no torneio do Dubai, segunda prova do circuito mundial de râguebi de sevens, depois de hoje ter ganho às potências África do Sul e Inglaterra, terminando em segundo lugar no grupo C.
A seleção portuguesa, que à partida para a etapa no Dubai ocupava a penúltima posição na classificação geral do circuito, em igualdade com Tonga, foi apenas batida pela representação de Samoa, que terminou em igualdade pontual com Portugal, mas conquistou o grupo e vai discutir o triunfo na prova.
http://www.futebol365.pt/noticias/artigo.asp?id=73875&cat=Modalidades








Propinas no secundário?

Portugal não deverá beneficiar das novas regras acordadas para a Grécia


As novas condições acordadas para a ajuda à Grécia não deverão ser estendidas aos outros países sob programa, indicou hoje um alto responsável europeu, descartando assim um cenário de Portugal beneficiar de regras mais vantajosas no seu empréstimo.
No final da reunião da passada segunda-feira, na qual foi alcançado um acordo sobre a ajuda à Grécia, o presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, afirmara que Portugal e Irlanda iriam também beneficiar das novas regras acordadas para Atenas ao nível dos empréstimos concedidos ao abrigo do fundo europeu de estabilização financeira, e, no dia seguinte, o próprio ministro das Finanças, Vítor Gaspar, indicou que Lisboa e Dublin iriam beneficiar do “princípio de igualdade de tratamento”.
No entanto, um alto responsável europeu disse hoje que a Grécia é “um caso único” e as condições acordadas na última reunião do Eurogrupo foram também “únicas”, não estando em cima da mesa a possibilidade de serem estendidas para Portugal e Irlanda, até porque estes países já beneficiaram de um “bónus”, ao ficarem isentos da redução dos juros cobrados a Atenas nos empréstimos bilaterais e da transferência dos lucros dos bancos centrais nacionais nos programas de compra de dívida.
http://noticias.pt.msn.com/portugal-n%c3%a3o-dever%c3%a1-beneficiar-das-novas-regras-acordadas-para-a-gr%c3%a9cia-%e2%80%93-fonte-europeia
Bom aluno, cordato, meigo, cumpridor, marrão, obediente, perfilado, etc, etc.
É o que dá Portugal ser assim. Leva nas ‘trombas’ por ter tal perfil…










Transplantes de bigodes



Os homens do Médio Oriente procuram cada vez mais transplantes de bigodes, visto como um símbolo de poder e respeito.
Um cirurgião plástico turco contou à CNN que faz, , em média 50 a 60 transplantes de bigode por mês. O movimento é tanto que até se pode dizer que há quase um «turismo de saúde» em direção à Turquia para fazer os transplantes.
Selahattin Tulunay confidencia que é procurado por muitos homens ainda jovens, que procuram ganhar credibilidade com um bigode farto.
Vários cirurgiões plásticos confirmaram o aumento deste tipo de cirurgia estética e que, com isso, o negócio também vai bem de saúde.
Os médicos revelam ainda que os pacientes não querem um bigode qualquer e pedem bigodes parecidos de figuras públicas ou de figuras históricas.
http://www.tvi24.iol.pt/503/acredite-se-quiser/bigodes-transplantes-acredite-bizarro-fotos-tvi24/1397564-4088.html





O salário médio na estiva

• O salário médio de um operador portuário é superior a 4000 € chegando em alguns casos – em estivadores mais antigos e por isso com mais direitos – aos 6000 € mensais. Tal só é possível, porque apenas alguns desses estivadores, de Lisboa e Setúbal, autênticos super homens, beneficiam de quase 1500 horas de trabalho extraordinário anual, principescamente pago, ou seja mais de 120 horas por mês.
http://mobile.economico.pt/noticias/a-estiva_155687.html

• O salário médio de um estivador do porto de Lisboa ascende a cerca de cinco mil euros mensais, segundo as mesmas fontes contactadas pelo Económico.
http://economico.sapo.pt/noticias/estivadores-marcam-paralisacao-entre-12-e-19-de-abril_85331.html




28 novembro 2012

A função legislativa

Vivemos verdadeiramente num contexto de excepção que, quer queiramos quer não, condiciona a mais soberana das funções do Estado: a função legislativa.
Todos os diplomas de hoje – e foram vários – começam assim: "No contexto da vigência do Programa de Assistência Económica e Financeira...".
Desconfio que muita desta legislação perdurará para além do Programa, são (como também anuncia o legislador) instrumentos de reforma estrutural. Por isso pergunto-me que misteriosa razão leva o governo a prefaciar os diplomas com a alusão constante ao PAEF...


Egipto

Morsi foi eleito Presidente do Egipto com 13,2 milhões de votos, contra 12,3 milhões do seu adversário. Acaba de declarar-se acima da lei.
Não, não se trata de ditadura (isso era coisa de Mubarak…); trata-se apenas de “prosseguir na via da democracia”, afirma Morsi.
Passou depressa a primavera!...

O que acontece se Orçamento for para o Constitucional?

O que acontece se Orçamento for para o Constitucional? - Politica - DN

Leads

  • OE2013: Magistrados do MP apresentam queixa à Comissão Europeia
http://noticias.pt.msn.com/oe2013-magistrados-do-mp-apresentam-queixa-%c3%a0-comiss%c3%a3o-europeia-3

  • OE2013: Militares à chuva pedem fiscalização constitucional preventiva a Cavaco
http://noticias.pt.msn.com/oe2013-militares-%c3%a0-chuva-pedem-fiscaliza%c3%a7%c3%a3o-constitucional-preventiva-a-cavaco-1





Vai mais uma décima?

Lembram-se de aqui á poucos dias atrás o primeiro-ministro Dr. Pedro Passos Coelho ter ido a Bruxelas, a uma reunião com uns senhores da Europa discutir o orçamento europeu para o período 2014 / 2020?
E que o nosso Primeiro avisou os ditos senhores, pela comunicação social portuguesa, que ou davam o mesmo “bolo” ou vetava a proposta? E que no fim da dita já dizia “vamos ver…”
Perceberam a trama em que estamos envolvidos? Não? Então leiam este artigo:
A União Europeia, vista de fora, deve causar a maior das perplexidades. Deixou de ter um discurso coerente e produz no seu seio uma tal multiplicidade de mensagens de sentido oposto, que um politólogo russo, chinês ou norte-americano ver-se-á em palpos de aranha se quiser vaticinar a linha de acção dominante nos próximos tempos.
A nível político, surgem vozes autorizadas a preconizar o reforço da união política da Europa. Chega-se ao ponto de propor, já para as próximas eleições europeias, em meados de 2014, a eleição directa do presidente da Comissão Europeia! Mas, ao chegar ao terreno prosaico de quem financia, quanto e para quê, nos sete anos seguintes de existência da UE, com a sua administração e as suas políticas integradas, essa miragem de compromisso reforçado entre 27 Estados quebra-se em dois. As minudências negociais tornam-se especiosas. Atiram-se verbas com muitos zeros: o Reino Unido – com os seus eurocépticos cada vez mais fortes e apostados em afastar o país do 'continente' – não quer um Orçamento para a UE, entre 2014 e 2020, superior a 940 mil milhões (0,98% do PIB da UE27). Suécia e Holanda, doadores com políticas internas austeras, se possível, até gostariam que fosse menos. A Alemanha, num enorme esforço de compromisso, admite ir até 963 mil milhões (1% do PIB europeu), aproximando-se da última proposta avançada por Herman van Rompuy – 973 mil milhões de euros, 1,01% do PIB da Europa.
Os países da coesão, com o Parlamento Europeu e a Comissão como aliados, argumentam ser nesta altura de crise particularmente vital não acrescentar cortes comunitários aos cortes nacionais nas políticas de fundo para o crescimento e o emprego. Mas ficou claro nesta ronda negocial em Bruxelas, que estão descentrados: o verdadeiro regateio é conduzido entre os países contribuintes líquidos, faz-se à volta de três ou quatro décimas de ponto percentual e os beneficiários das verbas não terão nem sombra de capacidade para vetar seja o que for.
Mas ninguém duvide: em Janeiro, perante o inevitável compromisso alcançado, alguém dirá ao mundo que a UE está a emergir mais forte que nunca de novo embate épico.
Por António Perez Metelo
http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO072597.html?page=2





Graffiti

Grafite ou grafito (do italiano graffiti) é o nome dado às inscrições feitas em paredes. Considera-se grafite uma inscrição caligrafada ou um desenho pintado ou gravado sobre um suporte que não é normalmente previsto para esta finalidade. Por muito tempo visto como um assunto irrelevante ou mera contravenção, actualmente o grafite já é considerado como forma de expressão incluída no âmbito das artes visuais, mais especificamente, da street art ou arte urbana – em que o artista aproveita os espaços públicos, criando uma linguagem intencional para interferir na cidade. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.