
Hodie mihi, cras tibi. "Artigo 19.° Todo o indivíduo tem direito à liberdade de opinião e de expressão, o que implica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões e o de procurar, receber e difundir, sem consideração de fronteiras, informações e ideias por qualquer meio de expressão." Declaração Universal dos Direitos Humanos
29 junho 2008
27 junho 2008
Calendário escolar 2008/2009
CALENDÁRIO ESCOLAR – 2008 / 2009
Ensinos básico e secundário
QUADRO N.º 1
PERÍODOS
INÍCIO
TERMO
1º
Entre 10 e 15 de Setembro
18 de Dezembro
2º
5 de Janeiro
27 de Março
3º
14 de Abril
9 de Junho para os 9.º, 11º e 12.º anos e 19 de Junho para os restantes anos de escolaridade
QUADRO N.º 2
INTERRUPÇÕES
DATAS
1º
De 19 de Dezembro a 4 de Janeiro, inclusive
2º
De 23 a 25 de Fevereiro, inclusive
3º
De 28 de Março a 13 de Abril, inclusive
Ensinos básico e secundário
QUADRO N.º 1
PERÍODOS
INÍCIO
TERMO
1º
Entre 10 e 15 de Setembro
18 de Dezembro
2º
5 de Janeiro
27 de Março
3º
14 de Abril
9 de Junho para os 9.º, 11º e 12.º anos e 19 de Junho para os restantes anos de escolaridade
QUADRO N.º 2
INTERRUPÇÕES
DATAS
1º
De 19 de Dezembro a 4 de Janeiro, inclusive
2º
De 23 a 25 de Fevereiro, inclusive
3º
De 28 de Março a 13 de Abril, inclusive
21 junho 2008
16 junho 2008
10 junho 2008
10 de Junho - Dia de Portugal



"As armas e os barões assinalados
Que, da ocidental praia Lusitana,
Por mares nunca dantes navegados
Passaram ainda além da Taprobana,
Em perigos e guerras esforçados
Mais do que prometia a força humana,
E entre gente remota edificaram
Novo Reino , que tanto sublimaram;
E também as memórias gloriosas
Daqueles Reis que foram dilatando
A Fé, o Império, e as terras viciosas
De África e de Ásia andaram devastando,
E aqueles que por obras valerosas
Se vão da lei da Morte libertando;
Cantando espalharei por toda a parte,
Se a tanto me ajudar o engenho e arte .
Cessem do sábio Grego e do Troiano
As navegações grandes que fizeram;
Cale-se de Alexandro e de Trajano
A fama das vitórias que tiveram;
Que eu canto o peito ilustre lusitano ,
A quem Neptuno e Marte obedeceram.
Cesse tudo o que a Musa antiga canta,
Que outro valor mais alto se alevanta."
"Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.
Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança;
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.
O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.
E, afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto:
Que não se muda já como soía."
No Mundo graves tormentos;
E pera mais me espantar,
Os maus vi sempre nadar
Em mar de contentamentos.
Cuidando alcançar assim
O bem tão mal ordenado,
Fui mau, mas fui castigado.
Assim que, só pera mim,
Anda o Mundo concertado."
Luís Vaz de Camões
09 junho 2008
Taxa
"A UGT propõe o pagamento de uma taxa pelos trabalhadores não-sindicalizados que beneficiam dos acordos conseguidos em sede de contratação colectiva, à semelhança do que já acontece em Espanha.
Segundo a edição desta segunda-feira do jornal Público, o secretário-geral da UGT diz que é uma questão de justiça e fala num valor de 65 por cento da quota normal.
Em declarações ao Público, João Proença defende que a lei devia estabelecer a possibilidade de haver um pagamento dos trabalhadores não-sindicalizados que beneficiam das negociações colectivas. Porque há um serviço prestado à comunidade e pago pelos associados, enquanto outros também dele beneficiam sem pagamento.
O secretário-geral diz que a taxa deve ter um valor simbólico, falando em 65 por cento da quota normal do associado, tendo no entanto de ser sempre inferior ao que paga um trabalhador sindicalizado, que tem outros benefícios, explica.
Recusando que esta seja uma forma de combater a redução do número de trabalhadores sindicalizados, João Proença salienta que o importante é lançar o debate sobre esta questão."
09-06-2008- 8:37:00-Diário Digital
Segundo a edição desta segunda-feira do jornal Público, o secretário-geral da UGT diz que é uma questão de justiça e fala num valor de 65 por cento da quota normal.
Em declarações ao Público, João Proença defende que a lei devia estabelecer a possibilidade de haver um pagamento dos trabalhadores não-sindicalizados que beneficiam das negociações colectivas. Porque há um serviço prestado à comunidade e pago pelos associados, enquanto outros também dele beneficiam sem pagamento.
O secretário-geral diz que a taxa deve ter um valor simbólico, falando em 65 por cento da quota normal do associado, tendo no entanto de ser sempre inferior ao que paga um trabalhador sindicalizado, que tem outros benefícios, explica.
Recusando que esta seja uma forma de combater a redução do número de trabalhadores sindicalizados, João Proença salienta que o importante é lançar o debate sobre esta questão."
09-06-2008- 8:37:00-Diário Digital
05 junho 2008
01 junho 2008
27 maio 2008
Comissão Paritária
Comissão paritária para acompanhar a concretização da avaliação dos professores
14 de Maio de 2008
A comissão paritária, constituída por representantes do Ministério da Educação (ME) e das associações sindicais representativas do pessoal docente, foi criada com o objectivo de garantir o acompanhamento da concretização do regime da avaliação de desempenho dos professores.
Esta comissão paritária resulta de um acordo no Memorando de Entendimento, celebrado em 12 de Abril, entre o ME e as associações representativas do pessoal docente que integram a Plataforma Sindical de Professores.
De acordo com um despacho publicado no Diário da República, esta comissão terá acesso aos documentos de reflexão e de avaliação elaborados pelas escolas e pelo Conselho Científico para a Avaliação de Professores.
Cabe também à comissão paritária preparar a negociação, com as associações representativas do pessoal docente que a integram, de eventuais alterações que se revele necessário introduzir no regime de avaliação de desempenho dos professores.
As associações sindicais representativas dos professores e o ME têm igual número de representantes nesta comissão paritária, coordenada pelo director-geral dos Recursos Humanos da Educação.
A comissão paritária pode, ainda, constituir uma comissão permanente na qual pode delegar todas as suas competências.
14 de Maio de 2008
A comissão paritária, constituída por representantes do Ministério da Educação (ME) e das associações sindicais representativas do pessoal docente, foi criada com o objectivo de garantir o acompanhamento da concretização do regime da avaliação de desempenho dos professores.
Esta comissão paritária resulta de um acordo no Memorando de Entendimento, celebrado em 12 de Abril, entre o ME e as associações representativas do pessoal docente que integram a Plataforma Sindical de Professores.
De acordo com um despacho publicado no Diário da República, esta comissão terá acesso aos documentos de reflexão e de avaliação elaborados pelas escolas e pelo Conselho Científico para a Avaliação de Professores.
Cabe também à comissão paritária preparar a negociação, com as associações representativas do pessoal docente que a integram, de eventuais alterações que se revele necessário introduzir no regime de avaliação de desempenho dos professores.
As associações sindicais representativas dos professores e o ME têm igual número de representantes nesta comissão paritária, coordenada pelo director-geral dos Recursos Humanos da Educação.
A comissão paritária pode, ainda, constituir uma comissão permanente na qual pode delegar todas as suas competências.
Novo Diploma sobre a Avaliação Docente
Decreto Regulamentar n.º 11/2008. D.R. n.º 99, Série I de 23 de Maio de 2008.
Ministério da Educação
Define o regime transitório de avaliação de desempenho do pessoal docente até ao ano escolar de 2008-2009.
Ministério da Educação
Define o regime transitório de avaliação de desempenho do pessoal docente até ao ano escolar de 2008-2009.
25 maio 2008
"Que tipo de organização é a sua?"

"Vários são os modelos que podemos utilizar classificar ou qualificar a nossa organização e até, a um nível mais micro, o departamento em que nos inserimos. Cabe a quem gere sair do chão que sempre pisa, elevando-se sobre si mesmo e observar em baixo o fio condutor que liga, e como se liga, pessoas e organização. Um dos modelos recomendados é aquele que tem por base o conceito de interacções. Interacções individuais e organizacionais.
Ao nível individual as interacções podem ser, por um lado, marcadas pelo respeito e apreciação mútua, compreensão de motivações, expectativas e necessidades por satisfazer. Por outro lado, e em contextos menos desejados, podem ser consideradas desrespeitosas, e até mesmo tóxicas, nomeadamente quando analisadas num plano que intersecte chefias e subordinados. No eixo organizacional temos a forma como as regras e critérios basilares para o germinar da justiça são transparentes, divulgados e aplicados, sem favorecimento de agendas pessoais. Estão assim lançadas as bases para que se defina a realidade organizacional em quatro categorias:
As organizações abusivas são aqueles que se caracterizam pela forma como as regras ou não existem, ou existindo não existe qualquer interesse em difundi-las. Pois quem gere ninguém tem qualquer interesse em aplicá-las, logo o contexto é de incerteza e o sentimento de traição constante. Ao nível das interacções individuais os colaboradores sentem-se em pleno palco de batalha, valendo tudo – incluindo tirar olhos, vivendo entrincheirados contra a gestão prepotente, déspota e eternamente desconfiança das intenções de seus subordinados. Exemplo disso é o famoso caso, que virou clássico da literatura, onde o patronato instalou um sistema para monitorizar as idas à casa de banho.
Nas organizações complacentes as interacções pessoais ainda não são dignas e respeitosas, o que só surpreendem os recém contratados. As eternas surpresas e o constante desconforto está no facto de as regras e critérios e serem aparentemente claros, mas nunca ninguém sabe se vão ser cumpridos. Se esta envolvente é a sua, saberá melhor do que ninguém o quão psicologicamente desgastante é. O investimento individual é escasso, pois nunca se sabe se os prémios e promessas estão garantidos, mesmo que tudo se cumpra o que diz a norma, dado que cada chefia decide como e quando lhe apetece, ou assim dá a entender, distorcendo as regras do jogo.
Um outro universo, envolto de mistérios, é o das organizações secretistas, onde cada chefia é um agente secreto, sendo as suas informações top-secret e as suas equipas tratadas como se fossem espiões da concorrência. As relações pessoas caracterizam-se por um tratamento digno, com sorrisos afáveis, numa ternura quase paternal e sempre dizendo “faz o que eu te digo, não me perguntes porquê, por que no dia que estiveres desta lado aprenderás a resposta”. Os prémios atribuídos e as remunerações instituídas são vendidas como justas e inquestionáveis, porem cada um só deve saber a sua. Tudo é secreto para o “melhor interesse de todos”.
Resta-nos a utopia organizacional, para onde muitas empresas já caminham – espero que seja o seu caso. Estamos a falar das organizações positivas, ambientes vacinados contra a toxicidade nas interacções. O tratamento é marcado pela sensibilidade e tacto da relação. Sãs chefias sabem que gerir pessoas não é só utilizar as suas competências em prol do negócio, é também gerir o seu capital emocional. Nasce dai um elevado comprometimento dos colaboradores, em laços de pura afectividade, num ambiente entusiasmante e transparente.
Ressalve-se que são 4 tipologias na sua vertente mais pura. Podem variar entre departamentos dentro duma mesma organização e vir a sofrer mutações ao longo do tempo. "
In Que tipo de organização é a sua?
Ao nível individual as interacções podem ser, por um lado, marcadas pelo respeito e apreciação mútua, compreensão de motivações, expectativas e necessidades por satisfazer. Por outro lado, e em contextos menos desejados, podem ser consideradas desrespeitosas, e até mesmo tóxicas, nomeadamente quando analisadas num plano que intersecte chefias e subordinados. No eixo organizacional temos a forma como as regras e critérios basilares para o germinar da justiça são transparentes, divulgados e aplicados, sem favorecimento de agendas pessoais. Estão assim lançadas as bases para que se defina a realidade organizacional em quatro categorias:
As organizações abusivas são aqueles que se caracterizam pela forma como as regras ou não existem, ou existindo não existe qualquer interesse em difundi-las. Pois quem gere ninguém tem qualquer interesse em aplicá-las, logo o contexto é de incerteza e o sentimento de traição constante. Ao nível das interacções individuais os colaboradores sentem-se em pleno palco de batalha, valendo tudo – incluindo tirar olhos, vivendo entrincheirados contra a gestão prepotente, déspota e eternamente desconfiança das intenções de seus subordinados. Exemplo disso é o famoso caso, que virou clássico da literatura, onde o patronato instalou um sistema para monitorizar as idas à casa de banho.
Nas organizações complacentes as interacções pessoais ainda não são dignas e respeitosas, o que só surpreendem os recém contratados. As eternas surpresas e o constante desconforto está no facto de as regras e critérios e serem aparentemente claros, mas nunca ninguém sabe se vão ser cumpridos. Se esta envolvente é a sua, saberá melhor do que ninguém o quão psicologicamente desgastante é. O investimento individual é escasso, pois nunca se sabe se os prémios e promessas estão garantidos, mesmo que tudo se cumpra o que diz a norma, dado que cada chefia decide como e quando lhe apetece, ou assim dá a entender, distorcendo as regras do jogo.
Um outro universo, envolto de mistérios, é o das organizações secretistas, onde cada chefia é um agente secreto, sendo as suas informações top-secret e as suas equipas tratadas como se fossem espiões da concorrência. As relações pessoas caracterizam-se por um tratamento digno, com sorrisos afáveis, numa ternura quase paternal e sempre dizendo “faz o que eu te digo, não me perguntes porquê, por que no dia que estiveres desta lado aprenderás a resposta”. Os prémios atribuídos e as remunerações instituídas são vendidas como justas e inquestionáveis, porem cada um só deve saber a sua. Tudo é secreto para o “melhor interesse de todos”.
Resta-nos a utopia organizacional, para onde muitas empresas já caminham – espero que seja o seu caso. Estamos a falar das organizações positivas, ambientes vacinados contra a toxicidade nas interacções. O tratamento é marcado pela sensibilidade e tacto da relação. Sãs chefias sabem que gerir pessoas não é só utilizar as suas competências em prol do negócio, é também gerir o seu capital emocional. Nasce dai um elevado comprometimento dos colaboradores, em laços de pura afectividade, num ambiente entusiasmante e transparente.
Ressalve-se que são 4 tipologias na sua vertente mais pura. Podem variar entre departamentos dentro duma mesma organização e vir a sofrer mutações ao longo do tempo. "
In Que tipo de organização é a sua?
Perfil


Qualquer candidato a uma eleição, em que concorra pela 1ª vez, tem de convencer/ persuadir os eleitores que o seu Programa, o seu Ideário, a sua Competência, é melhor do que a dos que já lá estão!
Não é crível que um candidato por muito voluntarioso que seja, mas sem visibilidade/ notoriedade tenha sucesso...
Com o panorama que atravessamos, exige-se nada mais nada menos, que o líder saiba:
-cuidar da nossa alma;
-cuidar da nossa saúde;
-cuidar da nossa bolsa.
Como se vê, candidatos com este perfil é “mato”!
Não é crível que um candidato por muito voluntarioso que seja, mas sem visibilidade/ notoriedade tenha sucesso...
Com o panorama que atravessamos, exige-se nada mais nada menos, que o líder saiba:
-cuidar da nossa alma;
-cuidar da nossa saúde;
-cuidar da nossa bolsa.
Como se vê, candidatos com este perfil é “mato”!
24 maio 2008
Pemba - 3ª maior baía do mundo
23 maio 2008
II Guerra Mundial: Franco planeou invadir Portugal

"E chegou a fazer uma proposta a Hitler, revela historiador espanhol, que diz ter tido acesso a documentos secretos
O historiador espanhol Manuel Ros Agudo afirma que Franco fez uma proposta a Hitler para entrar na II Guerra Mundial, em 1940, e que isso só não aconteceu porque as contrapropostas que pedia eram muito grandes. «O que mais me convenceu dessa intenção de Franco foi encontrar nums arquivos secretos um plano detalhado de invasão de Portugal», explicou.
Segundo noticia o jornal «Faro de Vigo», o historiador baseia-se num documento que classifica como um «tesouro e uma bomba histórica», e que, segundo ele, evidencia a «verdadeira atitude de Franco, pois mostra com toda a clareza o profissionalismo estratégico-militar com que Franco planeou a entrada de Espanha na II Guerra Mundial».
Segundo Ros, se Franco não entrou em guerra com a Inglaterra como planeava, em aliança com a Alemanha e com Itália, não foi por falta de vontade, mas sim porque não conseguiu de Hitler e Mussolini as contrapartidas que desejava.
De acordo com este professor de História Contemporânea na Universidade CEU-San Pablo, Franco queria um império colonial espanhol no norte de África que incluiria Marrocos, uma parte da Argélia e um aumento substancial da Guiné espanhola.
No entanto, Hitler não terá dado garantias a Franco e isso terá dissuadido o ditador espanhol, que estava consciente da debilidade militar espanhola.
Ainda assim, enquanto decorriam as negociações com Hitler, sustenta o historiador, baseado em «provas irrefutáveis», o Estado Maior espanhol planeou várias operações militares contra objectivos tão diferentes como Gibraltar, as colónias francesas no norte de África e a invasão de Portugal.
Salazar teria enviado espiões a Espanha
Contactado pelo PortugalDiário, o historiador Fernando Rosas diz desconhecer os documentos em causa, mas o certo é que há muitos documentos do Estado Maior espanhol que são secretos e estavam fechados. «Até agora não havia provas de tudo isso que há muito se sabia, podem surgir agora».
«Toda a gente sabe que Hitler pensou invadir a Península Ibérica e a elite franquista sempre quis unificar a Península», sublinha Fernando Rosas. Aliás, acrescenta, «Salazar teria enviado espiões a Espanha para saber onde estariam estacionadas as tropas».
Segundo este historiador, que já estudou este tema, a suposta invasão de Portugal foi inviabilizada por um conjunto de factores: «Primeiro, Franco pedia muitas contrapartidas; depois porque foi preciso deslocar tropas alemãs dos Pirenéus para a Jugoslávia e também para a Grécia». Porque a ideia dos alemães, sustenta, «sempre foi acabar com a Rússia rapidamente e depois voltar-se para a Península Ibérica».
Segundo Fernando Rosas, estariam delineadas duas operações: o Operação Félix, que consistia em atacar Gibraltar, que seria devolvido aos espanhóis, por terra e por mar; e a Operação Isabella, que tinha como objectivo entrar em Portugal para impedir o desembarque dos Aliados."
O historiador espanhol Manuel Ros Agudo afirma que Franco fez uma proposta a Hitler para entrar na II Guerra Mundial, em 1940, e que isso só não aconteceu porque as contrapropostas que pedia eram muito grandes. «O que mais me convenceu dessa intenção de Franco foi encontrar nums arquivos secretos um plano detalhado de invasão de Portugal», explicou.
Segundo noticia o jornal «Faro de Vigo», o historiador baseia-se num documento que classifica como um «tesouro e uma bomba histórica», e que, segundo ele, evidencia a «verdadeira atitude de Franco, pois mostra com toda a clareza o profissionalismo estratégico-militar com que Franco planeou a entrada de Espanha na II Guerra Mundial».
Segundo Ros, se Franco não entrou em guerra com a Inglaterra como planeava, em aliança com a Alemanha e com Itália, não foi por falta de vontade, mas sim porque não conseguiu de Hitler e Mussolini as contrapartidas que desejava.
De acordo com este professor de História Contemporânea na Universidade CEU-San Pablo, Franco queria um império colonial espanhol no norte de África que incluiria Marrocos, uma parte da Argélia e um aumento substancial da Guiné espanhola.
No entanto, Hitler não terá dado garantias a Franco e isso terá dissuadido o ditador espanhol, que estava consciente da debilidade militar espanhola.
Ainda assim, enquanto decorriam as negociações com Hitler, sustenta o historiador, baseado em «provas irrefutáveis», o Estado Maior espanhol planeou várias operações militares contra objectivos tão diferentes como Gibraltar, as colónias francesas no norte de África e a invasão de Portugal.
Salazar teria enviado espiões a Espanha
Contactado pelo PortugalDiário, o historiador Fernando Rosas diz desconhecer os documentos em causa, mas o certo é que há muitos documentos do Estado Maior espanhol que são secretos e estavam fechados. «Até agora não havia provas de tudo isso que há muito se sabia, podem surgir agora».
«Toda a gente sabe que Hitler pensou invadir a Península Ibérica e a elite franquista sempre quis unificar a Península», sublinha Fernando Rosas. Aliás, acrescenta, «Salazar teria enviado espiões a Espanha para saber onde estariam estacionadas as tropas».
Segundo este historiador, que já estudou este tema, a suposta invasão de Portugal foi inviabilizada por um conjunto de factores: «Primeiro, Franco pedia muitas contrapartidas; depois porque foi preciso deslocar tropas alemãs dos Pirenéus para a Jugoslávia e também para a Grécia». Porque a ideia dos alemães, sustenta, «sempre foi acabar com a Rússia rapidamente e depois voltar-se para a Península Ibérica».
Segundo Fernando Rosas, estariam delineadas duas operações: o Operação Félix, que consistia em atacar Gibraltar, que seria devolvido aos espanhóis, por terra e por mar; e a Operação Isabella, que tinha como objectivo entrar em Portugal para impedir o desembarque dos Aliados."
PortugalDiário - 22/05/2008
19 maio 2008
Acervo quinhentista
A Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular dispõe de um valioso acervo quinhentista proveniente da Comissão Nacional para a Comemoração dos descobrimentos Portugueses.
Constituído por reproduções de peças de vestuário e de objectos do quotidiano dos séculos XV e XVI este espólio é um instrumento precioso para a reconstituíção do conhecimento económico, social e cultural.
Nesse sentido, revela-se da maior pertinência para o apoio ao ensino da História e para o desenvolvimento de uma consciência patrimonial, bem como para a construção de uma cidadania activa.
As escolas interessadas na cedência destas peças, com vista ao desenvolvimento de actividades de cariz didáctico – pedagógico, nomeadamente representações teatrais, feiras, exposições, desfiles e jornadas comemorativas, poderão solicitar informações adicionais para:
Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular
Av.24 de Julho, 140
1399 – 025 Lisboa Codex
Telefone 213934500 - Fax: 213934695
Podem comunicar por e-mail para:
madalena.corvo@dgidc.min-edu.pt
Constituído por reproduções de peças de vestuário e de objectos do quotidiano dos séculos XV e XVI este espólio é um instrumento precioso para a reconstituíção do conhecimento económico, social e cultural.
Nesse sentido, revela-se da maior pertinência para o apoio ao ensino da História e para o desenvolvimento de uma consciência patrimonial, bem como para a construção de uma cidadania activa.
As escolas interessadas na cedência destas peças, com vista ao desenvolvimento de actividades de cariz didáctico – pedagógico, nomeadamente representações teatrais, feiras, exposições, desfiles e jornadas comemorativas, poderão solicitar informações adicionais para:
Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular
Av.24 de Julho, 140
1399 – 025 Lisboa Codex
Telefone 213934500 - Fax: 213934695
Podem comunicar por e-mail para:
madalena.corvo@dgidc.min-edu.pt
Respigo doutro Blog

2009: o que podem esperar os professores?
(...)Os professores sentem que, neste momento, foram abandonados pelos Sindicatos, estão a ser abandonados por muitos dos Conselhos Executivos, que têm sede de poder enormíssima ( ... ) e têm de lutar também contra muitos dos colegas titulares, a quem o 'cargo' lhes subiu à cabeça.(...)
(...)Os professores sentem que, neste momento, foram abandonados pelos Sindicatos, estão a ser abandonados por muitos dos Conselhos Executivos, que têm sede de poder enormíssima ( ... ) e têm de lutar também contra muitos dos colegas titulares, a quem o 'cargo' lhes subiu à cabeça.(...)
JMatias
Publicada por Ramiro Marques em 12:49
Publicada por Ramiro Marques em 12:49
Parabéns João Garcia!
"O alpinista português João Garcia alcançou hoje, 19, pelas 11 horas locais, o cume do Makalu, o quinto pico mais alto do planeta.
A ascensão bem sucedida aos 8463m desta montanha situada na fronteira do Nepal com o Tibete coloca Garcia mais perto do seu objectivo de escalar todos os 14 cumes acima dos 8000 metros – já soma dez.
Num dia muito frio, o alpinista português foi um dos três a conseguir chegar ao ponto mais alto do Makalu, de onde desfrutou de "vistas magníficas", segundo o relato do próprio (disponível em http://sic.aeiou.pt/online/blogs/makalu).
Depois de descansar brevemente no Campo IV, o último montado durante a preparação da subida, Garcia espera chegar amanhã ao campo base."
PUBLICO
A ascensão bem sucedida aos 8463m desta montanha situada na fronteira do Nepal com o Tibete coloca Garcia mais perto do seu objectivo de escalar todos os 14 cumes acima dos 8000 metros – já soma dez.
Num dia muito frio, o alpinista português foi um dos três a conseguir chegar ao ponto mais alto do Makalu, de onde desfrutou de "vistas magníficas", segundo o relato do próprio (disponível em http://sic.aeiou.pt/online/blogs/makalu).
Depois de descansar brevemente no Campo IV, o último montado durante a preparação da subida, Garcia espera chegar amanhã ao campo base."
PUBLICO















